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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A DIFERENÇA ENTRE O REAL E O VERDADEIRO

Muitas pessoas (talvez a grande maioria delas) pensa que algo real é verdadeiro. Usando um pouco a lógica se percebe facilmente a diferença. Inicialmente, se falarmos em "papai Noel", seus gnomos e seu trenô puxado por renas voadoras...não haverá ninguém (em são juízo) que afirme isto como real, e sim como o que é: IMAGINÁRIO.
Já uma nota de 100 dólares feita fora do Federal Bank nos EUA será tão falsa como uma de 100 reais feita na Antártida! Embora ambas possam ser vistas, tocadas, ambas sejam reais, não passasm de burdas falsificações, isto é não são verdadeiras!
Assim, quando se trata de experiências, especialmente religiosas, muitos caem no erro de crer nelas só porque são reais (não imaginárias). Todavia, precisamos aplicar aqui também o exercício que acabamos de fazer: algo pode ser imaginário ou pode ser real, mas aqui neste ponto ainda se faz necessário passar por um outro teste: o da autenticidade - é verdadeiro?.
Em questões religiosas, não se deve colocar experiências pessoais acima da Palavra de Deus...
Do contrário, espíritas, membros da seicho-no-ie, pentecostais, carismáticos, católicos, etc., etc., podem exigir ser ouvidos porque (acredite) todos eles têm EXPERIÊNCIAS REAIS para contar...Sendo honestos, precisamos reconhecer (mesmo) que, por exemplo, as pessoas que vão aos templos carismáticos ou as que participam em reuniões espíritas têm EXPERIÊNCIAS REAIS...
PORÉM, note bem aqui: REAL NÃO QUER DIZER VERDADEIRO! - nos terreiros há experiências reais (as manifestações lá não são imaginárias) e mesmo sendo reais, NÃO SÃO DA VERDADE - pois todas essas manifestações provêm do pai da mentira!!!
"Eu tive/tenho uma experiência" JAMAIS deve ou pode ser igualado a
"ASSIM ESTÁ ESCRITO"
Essa é a diferença entre o real (aquilo que acontece, não é imaginário)
e A VERDADE (da Palavra de Deus)

Os canalhas existem?

Quem poderia ter arquitetado um plano para reduzir a população da humanidade dos atuais quase sete bilhões para meio bilhão?
A grande maioria das pessoas não tem nenhum interesse nestes assuntos...algumas pessoas acreditam que a era dos canalhas que cometiam “crimes contra a humanidade” já passou e somente alguns veriam com seriedade tais coisas, deles, um ou dois ligarão essas coisas às profecias da Palavra de Deus.
Acerca do plano para reduzir a população mundial, há um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos, e nele estão gravadas dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios.
Nessas estelas estão escritas 10 frases, que de acordo com o(s) idealizador(es) do monumento devem ser seguidas em "prol do bem maior" da humanidade e da natureza. Os megalitos foram encomendados à empresa Elberton Granite Finishing em junho de 1979 por um desconhecido que se apresentou sob o pseudônimo de R.C. Christian.
As Pedras Guia da Geórgia (como passaram a ser conhecidas) foram inauguradas em março de 1980, com a presença de 100 pessoas.
Nessas pedras estão inscrições que pautam, certamente, muitas pessoas poderosas (e entregues de corpo e alma ao Inimigo das nossas almas) ao redor do mundo:
1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 (500 milhões) em um balanço constante com a natureza.
2. Controlar a reprodução de maneira sabia - aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade.
3. Unir a humanidade com um novo idioma vigente.
4. Controlar a paixão - fé - tradição - e todas as coisas com razão moderada.
5. Proteger povos e nações com leis e cortes justas.
6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial.
7. Evitar leis insignificantes governantes desnecessários.
8. Balancear direitos pessoais com deveres sociais.
9. Valorizar a verdade - beleza - amor – procurando a harmonia com o infinito.
10. Não ser um câncer na terra – Deixar espaço para a natureza – Deixar espaço para a natureza.
Para ter maior noção do assunto, coloque “Pedras guias da Geórgia” nos buscadores do Google, Yahoo, Youtube, etc. PESQUISE, procure os fatos e ligue os pontos para chegar a uma conclusão.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Quem somos

Somos uma pequena congregação de cristãos luteranos.
Como congregação cristã estamos encarregados de transmitir o santo evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo. Evangelho é uma palavra de origem grega que significa “Boa Nova”.
E esta Boa Nova que queremos transmitir é:
1)Jesus padeceu na cruz em nosso lugar, morreu e foi sepultado.
2)Jesus ressuscitou no terceiro dia, triunfou sobre o pecado e a morte.
3)Somente em Jesus há perdão de pecados para todo aquele que, arrependido, o reconhece como seu Senhor.
Por isso, queremos nos colocar ao seu dispor, para, com a Bíblia Sagrada, compartilharmos o que Deus tem revelado para a humanidade.
Visite-nos ou entre em contato conosco!
92 01 – 17 22 / 9108-5120
ou pelos e-mails:
reverendogustavo@peru.com
igrejacristadareformaluterana@yahoo.com.br
O que cremos:
Þ Cremos em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra.
Þ Cremos em Jesus Cristo,
Þ Seu único Filho, nosso Senhor.
Þ Cremos que Jesus Cristo foi concebido pelo Espírito Santo.
Þ Cremos que nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos,
Þ foi crucificado, morto e sepultado.
Þ Cremos que Jesus Cristo desceu ao inferno mas no terceiro dia ressuscitou dos mortos, subiu ao céu, e está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso.
Þ Cremos que Jesus Cristo há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Þ Cremos no Espírito Santo.Þ Cremos na santa Igreja Cristã – que é a comunhão dos santos.
Þ Cremos no perdão dos pecados – pelo sangue que Jesus derramou morrendo em nosso lugar.
Þ Cremos na ressurreição do corpo e na vida eterna.
Como oramos:
Þ Oramos seguindo os ensinamentos do Senhor e Mestre:
*Em silêncio (Deus não é surdo – Ele já sabe o que precisamos antes mesmo de que peçamos!!)
“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” Mateus 6:6-8
* Oramos sempre pedindo segundo a Sua Vontade e não “exigindo”Deus é o Soberano – não nós! Ele nos ensinou isso na oração do Pai–Nosso:
“...Seja feita a tua vontade assim na terra como nos céus...”
* Intercedemos uns pelos outros.
O que não somos:
Þ Não somos uma seita.
Þ Não somos gente que está “atrás do dinheiro”.
Þ Não somos gente que perturbará o seu descanso em casa.
Þ Não somos fanáticos.
Þ Não somos carismáticos/pentecostais.
Þ Não somos ecumênicos.
O que desejamos:

Þ Desejamos estudar a Palavra de Deus e estarmos preparados para compartilhar a doutrina cristã com os que a quiserem.
Þ Desejamos, como o Doutor Martinho Lutero, permanecer na Palavra de Deus e continuar com a doutrina da Reforma afirmando que a salvação é concedida ao homem:

Somente pela Graça,
somente pela Escritura,
somente pela Fé somente em Jesus Cristo,
somente por Ele a Deus a Glória!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Malaquias 3 é uma peça de “bruxaria cristã”?

Malaquias 3 é uma peça de “bruxaria cristã”?
Dar o dízimo é pecado?

Malaquias 3:8-12 tem sido rotineiramente retirado do contexto e usado como maldição, numa espécie de “bruxaria cristã”, pelos pastores ambiciosos e manipuladores, alguns deles cegos pela ignorância bíblica. Malaquias foi escrito para um Israel que existia sob a lei. O dízimo era agrário e não baseado na renda. Israel havia se tornado relapso, os sacerdotes não faziam o seu trabalho, os sacrifícios eram corrompidos e rejeitados por Deus, com o povo negligenciando totalmente as leis matrimoniais e a manutenção e restauração da Casa de Deus. Já não se faziam sacrifícios aceitáveis.
Usar Malaquias como “maldição” contra pessoas salvas, que confiam no perfeito sacrifício de Cristo, pessoas que respeitam o matrimônio e não estão negligenciando o templo do Novo Testamento (ou seja, o seu corpo e condição espiritual), nem faltam às reuniões do “Corpo de Cristo”, é aplicar erroneamente a Palavra de Deus, visando lucro financeiro. Vejam o que declara o autor de um bestseller sobre o dízimo obrigatório, por crassa ignorância da Palavra, ou por pura ambição:
”Todo cristão que não está honrando Deus com o dízimo é culpado de estar roubando-O; está vivendo sob uma maldição e ficará na escravidão financeira, até que obedeça a Palavra de Deus e comece a dizimar. O dízimo quebra a maldição.” (“God’s Financial Plan”, Norman Robertson, p. 61, #12).
Esse malaquiano é quem deveria ser amaldiçoado por torcer de tal maneira a Palavra Santa. É isso que um pregador deve dizer a uma pessoa salva? O sacrifício de Cristo não foi suficiente? Será que Cristo removeu todas as maldições, menos a maldição financeira? Isso é um tipo de condenação à indução pelo medo, a qual é opressora, negativa e totalmente antibíblica. Esta declaração mistura a lei com a graça, deixando de manejar corretamente a Palavra da Verdade, constituindo-se em pedra de tropeço, não sendo um artigo de fé e, portanto, sendo um pecado.
Recentemente escutei um ministro lançar essa despropositada maldição de Malaquias à igreja, declarando que estava cansado de ver a igreja dele carente das bênçãos de Deus, por causa dos ladrões que freqüentavam a igreja e não dizimavam, dando somente ofertas... de procedência duvidosa. Será que esse ministro iria recusar todo o dinheiro desses “ladrões não dizimistas”? Por que iria ele participar de sua “ladroagem e pecado”, aceitando o dinheiro de uma “fonte corrupta?” (Malaquias 1:10; Amós 5:22) ...
Para estar certo de que não haveria engano na lei do dízimo agrário sob a lei, cada hebreu tinha de fazer uma declaração de honestidade perante o Senhor (Deuteronômio 26:13-15). Essa declaração obrigatória também especificava que o dízimo havia sido dado honestamente “... ao levita, ao estrangeiro, ao transeunte, ao órfão e à viúva”.
Se um crente está vivendo uma vida fora dos preceitos bíblicos, ou dizimando erroneamente, isso de nada lhe aproveitará, pois Deus não compactua com fraudes.
Devemos manejar corretamente a Palavra da Verdade. A 1 Coríntios 13 esclarece: “E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria”. Esse é o amor ÁGAPE. Declaro que quem dá com o propósito de receber está impropriamente motivado, pois não está dando com amor ÁGAPE. Devemos dar por amor, porque isso é correto. Tudo que recebemos de Deus é pela GRAÇA, através da fé em Jesus Cristo e Ele jamais nos ensinou a nos basearmos em obras (Lucas 18:9-14). A Escritura ensina que Deus não aceita ofertas de pessoas que vivam desonestamente e que não dêem com espírito reto. (Malaquias 1:10; Amós 5:22, 1 Coríntios 13:3).
O Novo Testamento sempre aperfeiçoa a lei. Ele nos ensina que a intenção é mais importante do que a regra. Segundo nos esclarece a 1 Coríntios 13, TUDO que é dado com falsas intenções de lucro resulta em NENHUM lucro individual. As promessas de Deus são de fé e esperança; portanto, dar sem amor ÁGAPE é um esforço sem resultado algum. Alguém pode crer e esperar boas coisas do Pai Celeste, quando dá sem o objetivo de receber. Isso para evitar que esse ato se torne centrado em obra. Uma coisa é certa: tudo que afeta a perfeita obra de Cristo não provém de Deus. (Lucas 18:9-14).
Aos membros de igrejas cujos pastores vivem falando de oferta das primícias, aqui vai um esclarecimento:
O Dizimo antes e durante a lei jamais foi a mesma coisa que a oferta das primícias. Muitos mestres do dízimo obrigatório confundem o dízimo com as ditas. Por não saberem manejar corretamente a Palavra da Verdade, muitas passagens da Escritura (com relação a dar as primícias) são mal aplicadas, a fim de darem suporte à doutrina do dízimo obrigatório. A oferta das primícias acontecia quando os israelitas traziam (como oferta) a primeira porção dos frutos colhidos. Era uma petição pelas colheitas futuras, as quais, posteriormente, seriam dizimadas. Era uma forma de compromisso de que os dízimos das colheitas seriam entregues. A oferta das primícias nunca foi dizimo, antes nem durante a vigência da Lei Mosaica.
Os mais famintos pelos dízimos e ofertas são os pastores que pregam a teologia da prosperidade, a qual somente funciona para eles mesmos.
A obra de Cristo não deve ser vista como uma promessa de que seremos bem sucedidos e nos tornaremos ricos.
Vejamos alguns trechos de uma entrevista feita com o ex-pregador pentecostal, Jim Baker, depois que ele se arrependeu e Deus ressuscitou o seu ministério:
“Sobre a pregação da prosperidade: Comecei a ler e escrever cada palavra conforme registrada no Evangelho. Chorei por ter estado tão errado, pregando outro evangelho e outro Jesus. Jesus chamou a riqueza de enganosa. Ele também disse: ‘Ai dos ricos’ e que ‘Não se pode servir a Deus e às riquezas’ (Mateus 6:24; Lucas 16:13). Ele jamais colocou os ricos e as riquezas num foco positivo. Como eu pude desperdiçar tanto tempo enfatizando bênçãos financeiras?
Eu costumava citar a 3 João 2 dizendo: ‘Acima de tudo, Deus deseja que vocês prosperem’. Eu amava essa passagem da Escritura. Ela parece ótima, num cenário da TV, quando se levantam fundos, e eu as interpretava como se Deus desejasse que fôssemos todos ricos. Mas quando cheguei às palavras de João, pensei: ‘Ora, isso não faz sentido.’ Então procurei a palavra ‘próspero’ no Grego e descobri que ela é composta de dois vocábulos: o primeiro significando ‘bom’ ou ‘bem’ e o segundo significando ‘jornada’. É uma palavra progressiva, então parece uma jornada.
Então, temos aqui basicamente o que João quis dizer: ‘Amado. Desejo-lhe uma boa jornada pela vida, do mesmo modo como sua alma tem feito uma boa jornada para o céu’. Era uma saudação! Construir uma teologia sobre esse verso é o mesmo que edificar a igreja sobe a frase ‘Tenha um dia feliz!’
Comecei a examinar as passagens da Escritura, usadas no ensino da prosperidade, tais como “Dai, e ser-vos-á dado’ (Lucas 6:38). Mas quando fui ao contexto da Escritura, descobri que Cristo estava nos ensinando que na mesma medida em que perdoamos somos também perdoados. Ele estava ensinando o perdão, não dinheiro. Ele estava nos ensinando que na medida em que perdoamos somos também perdoados.
Eu costumava copiar meus sermões de outros pregadores. A Bíblia admoesta os pastores que obtêm suas mensagens de outros. Acho que a razão de termos hoje outro evangelho e outro Jesus sendo pregados é porque os pregadores tiram seus sermões dos outros e do ensino motivacional. Uma porção do que está sendo ensinado hoje é simplesmente ensino motivacional, com um pouco de Escritura nele inserido”. Certa vez o pastor de uma igreja “avivada”, muito conhecido aqui em Teresópolis (RJ), foi pregar no seminário onde eu lecionava Inglês e Teologia Sistemática.

À medida em que ele ia falando, eu já sabia a próxima sentença que ele iria dizer. É que ele estava “papagueando” nada menos que o capítulo de um livro que eu acabara de ler. Tanto que nos final da “pregação”, ele falou: “Icabode!”, exatamente a última palavra do tal capítulo.
Para alguns pregadores o Cristianismo dos tempos atuais parece nada mais do que um bolo de sucesso com uma camada de cobertura cristã. Para eles “a riqueza é igual à piedade’. E a falta de riqueza é igual a “maldição”.
Mas vamos ler Tiago 1:9-11: “Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, e o rico em seu abatimento; porque ele passará como a flor da erva. porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa aparência do seu aspecto perece; assim se murchará também o rico em seus caminhos”.
Esses arrogantes mestres da prosperidade olham para os pobres, esquecendo que a maior fatia do seu dinheiro provém dos baixos salários do trabalhador, em geral iletrado e fácil de ser manipulado. Tal arrogância, muitas vezes, os leva a acreditar que “Deus sempre se encontra onde o dinheiro está fluindo”. Esses lacaios da doutrina da prosperidade pensam assim: “Ora, se eu estou faturando tanto dinheiro, isso só pode ser de Deus!”
Vamos repetir: Dar o dízimo com segunda intenções, conforme é praxe entre os membros das igrejas malaquianas, achando que Deus terá obrigação de retribuir o dito com bênçãos materiais e espirituais, é um grave pecado. Porque Deus não é comerciante para trocar mercadoria, nem quitandeiro para pesar as frutas e legumes e cobrar o equivalente em valor. Ele é Soberano e disse a Moisés: “Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece”.
Se você, meu irmão, tem dado o dízimo pensando receber algum favor divino, isso é obra morta e Deus odeia esse tipo de coisas. As obras foram abolidas desde a morte de Cristo no Calvário, onde Ele nos deu a salvação, creditando-nos todas as bênçãos espirituais, segundo Efésios 1:3.
Dê ofertas com o coração cheio de amor e gratidão pela bondade e misericórdia de Deus e nunca tentando comprá-Lo, pois o Seu favor não está à venda. Dê ofertas para sustentar as despesas da igreja, ame seus irmãos em Cristo, preste muita atenção nos sermões do pastor, cante belos hinos para louvar e glorificar o Senhor, que o melhor ELE vai fazer, com toda certeza!
Mary Schultze, julho 2006.
Material extraído do artigo “The Truth About Tithing”, De Richard Wayne Garganta, (richinri@aol.com)