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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Para quem não acredita
Transcrevo na íntegra o que aparece na página http://www.ihu.unisinos.br/noticias/537129-luteranos-festejam-os-15-anos-da-declaracao-conjunta-sobre-a-doutrina-da-justificacao

Por ocasião dos 15 anos da assinatura da "Declaração Conjunta sobre a Justificação" ocorreu na Igreja Luterana de Roma, no domingo, 2 de novembro, um culto ecumênico celebrativo.
Para a ocasião, foi convidado o cardeal Walter Kasper, ex-presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos (PCPCU), a quem foi confiada a pregação.
"É uma grande alegria e uma honra para a nossa comunidade hospedar este evento", diz o site da Igreja Luterana de Roma.
No dia 31 de outubro de 1999, por ocasião da Festa da Reforma, foi assinada em Augsburg (Alemanha) a "Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação", entre a Federação Luterana Mundial (FLM) e a Igreja Católica.
Os signatários da declaração foram o bispo Christian Krause e o cardeal Edward Cassidy, à época, respectivamente, presidentes da FLM e do PCPCU.
Conclui o comunicado no site luterano: "Em 1999, em Augsburg, foi uma festa, celebrada na igreja, mas também pelas ruas da cidade. Com esse espírito, queremos festejar também hoje".
500 anos depois da Reforma....há reforma?
Há cristãos luteranos?
De uma coisa você pode ter certeza: sempre houve cristãos...o pequeno rebanho, cujos nomes Ele escreveu no Livro da Vida antes da fundação do mundo...a verdadeira Igreja de Cristo, seres humanos
loucos....fracos....vis e desprezíveis deste mundo! (1 Coríntios 1:27-28) - em NADA semelhantes a esses "figurões" católicos ou "luteranos"....

segunda-feira, 6 de abril de 2015

500 anos da Reforma
À continuação reproduzo na íntegra o artigo "Uma grande Traição" publicado pela página
http://solascriptura-tt.org/SeparacaoEclesiastFundament/UmaGrandeTraicao-Ecumenismo-Hunt.htm
Uma Grande Traição
Dave Hunt
Escrevo esta na Eslováquia, onde acabei de chegar depois de uma viagem de um dia inteiro de trem através da República Tcheca. Ruth e eu estamos na Europa numa excursão de pregação, a qual primeiro foi realizada através da Alemanha, Áustria e Suíça, de carro. Começamos em Augsburgo, Alemanha, num companheirismo com amados crentes conhecidos através de oficiais militares da Inteligência Americana, lotados próximo dali, durante a Guerra Fria. Nossos corações ficaram grandemente comovidos ao visitar mais uma vez partes da Europa onde a Reforma começou e onde tantos foram martirizados pela “fé uma vez entregue aos santos”(Judas 3).
Durante mil anos antes de Lutero a Europa sofreu perseguições, queimas e afogamentos de Cristãos evangélicos, que jamais foram Católicos e ainda não eram chamados Protestantes. Este termo seria anexado somente mais tarde àqueles excomungados da Igreja por protestarem contra suas maldades. O movimento entre sacerdotes e monges exigindo um retorno à Bíblia começou muitos séculos antes de Lutero. Prisciliano, bispo de Ávila, poderia ser chamado o primeiro Reformador. Falsamente acusado de heresia, bruxaria e imoralidade por um Sínodo em Bordeaux, França, em 384 d.C. (sete de seus escritos refutando estas acusações foram recentemente descobertos na biblioteca da Universidade de Wurzburgo na Alemanha), Prisciliano e seis outros foram degolados em Trier, em 385 d.C. e a este, muitos martírios se seguiam. Passando rapidamente para os anos 1300, John Wycliff, “a estrela da manhã da Reforma”, se destacou pela autoridade das Escrituras, traduzindo-as e publicando-as na Inglaterra, e pregando e escrevendo contra as maldades dos papas e contra a transubstanciação. Jan Hus um fervoroso sacerdote católico e reitor da Universidade de Praga, foi influenciado por Wycliff. Excomungado em 1410, Hus foi queimado na estaca como “herege”, em 1415, pelo crime de convocar uma Igreja corrupta à santidade e à autoridade da Palavra de Deus.
Esses pré-reformadores montaram o palco para a Reforma de Lutero. O próprio Lutero disse: “não somos os primeiros a declarar que o papado é o reinado do Anticristo, visto como durante anos antes de nós, tantos e tão grandes homens... encarregaram-se de expressar tão claramente a mesma coisa...” Por exemplo, num total concílio realizado em Rheims no século 10, o Bispo de Orleans chamou o papa de Anticristo. No século 11 Roma foi denunciada como a “Sé de Satanás” por Berenger de Tours. Os Valdenses identificaram o papa como o Anticristo, num tratado do ano 1100 d.C. intitulado “a Nobre Lição”. Em 1206 uma conferência albigense apontou o Vaticano como a mulher “embriagada com o sangue dos mártires”, o que ela tem continuamente provado ser.
Provocado pela licenciosidade que viu no papa e no clero em Roma, e pela venda de indulgências como bilhetes de passagem para o céu (financiando a construção da Basílica de S. Pedro), no dia 31 de outubro de 1517 Lutero pregou sua Disputa sobre o poder e eficácia das indulgências (conhecida como as 95 Teses), no portão da Igreja do Castelo, em Wittenberg. Cópias traduzidas do original em Latim, foram amplamente distribuídas, incitando o debate através de toda a Europa, sobre a venda de perdão dos pecados.
Augsburgo teve uma significação especial para nós porque é único na história. No dia 12 de outubro de 1518, detido e convocado a Roma por ordem do Papa Leão X, Lutero foi conduzido até Augsburgo para ser julgado diante do Cardeal Cajetan. Tendo sido recusado um tribunal imparcial, Lutero fugiu durante a noite para salvar a vida. No dia 3 janeiro de 1521, uma bula formal foi emitida pelo papa enviando Lutero para o inferno se ele não se retratasse. Convocado pelo imperador, que garantia sua segurança, Lutero apareceu diante do Tribunal Imperial na Dieta de Worms, em 17 de abril de 1521. Instado a retratar-se de seus escritos, Lutero replicou:
Estou submisso às Escrituras que citei e minha consciência está cativa da Palavra de Deus. Não posso e não quero me retratar de coisa alguma... não posso agir de outro modo; aqui estou; que Deus me ajude...
Considerado agora como um fora da lei pelo edito do papa, Lutero fugiu novamente e foi “raptado” no caminho de volta a Wittenberg por amigos que acharam seguro escondê-lo de Wartburgo. A partir daí ele espalhou mais “heresia” através de escritos que abalaram ainda mais toda a Europa. Lutero insistiu sobre a autoridade final da Bíblia. Rejeitou a justificação diante de Deus através de rosários, peregrinações, orações aos santos, escapulários, medalhas, crucifixos, ou obras meritórias de qualquer espécie. Rejeitou a missa como sacrifício propiciatório, insistindo em que ela era apenas uma memória do completo sacrifício de Cristo no Calvário. Inconsistentemente, contudo, enquanto proclamava a fé independente de obras, ele reteve a crença no batismo como essencial à salvação e eficaz para as crianças que obviamente são incapazes de ter fé.
A determinação de Roma em eliminar a heresia luterana, conforme expressa na segunda Dieta de Speyer, em março de 1529, levou uma porção de príncipes independentes a assegurar o direito de viver conforme a Bíblia. Eles expressaram esta firme resolução no famoso “Protesto” de 19 de abril de 1529, de onde se originou a palavra “protestante”.
A Dieta Imperial foi realizada em Augsburgo para um completo exame das heresias protestantes. A Confissão de Augsburgo (composta por Melancton, de acordo com Lutero) foi lida em 25 de junho de 1530, diante de 200 dignatários da Igreja e do estado. Lutero não se atreveu a comparecer. A Confissão, condenada por Roma, tornou-se fundamental ao Luteranismo, desde então. Inacreditavelmente líderes luteranos têm se juntado a Roma, traindo desse modo as legítimas verdades pelas quais Lutero tanto sofreu.
Em Augsburgo, dia 31 de outubro de 1999 (“coincidentemente” o dia exato em que Lutero pregou, em 1517 publicamente suas teses no portão), representantes da Federação Luterana Mundial “FLM” e da Igreja Católica Romana assinaram uma Declaração Conjunta sobre a Justificação (JD), neutralizando antigas diferenças. Manchetes como “declaração conjunta termina virtualmente com o argumento da Reforma” apareceram no mundo inteiro. Lutero estava errado, afinal de contas. A data (31/10) e o lugar (Augsburgo) da assinatura da declaração conjunta parece ter sido deliberadamente escolhida para enfatizar que a Federação Luterana Mundial renunciava às convicções de Lutero. Roma finalmente se vingara.
Num conselho prévio de 49 membros da Federação Luterana Mundial o voto unânime foi para a aceitação da Declaração Conjunta. A Igreja Evangélica Luterana na América presidida pelo bispo H. George Anderson, (vice-presidente da Federação Luterana Mundial) levou o conselho a cantar “Agora todos agradecemos ao nosso Deus”. O Arcebispo sueco K.G. Hammar chamou aquele de “um grande dia para o mundo Luterano”. De fato, o que poderia ser maior do que renunciar à Reforma e desacreditar Lutero?
A Declaração Conjunta foi fruto de 30 anos de diálogo entre teólogos luteranos e católicos. Se a justificação pela fé em Cristo fosse complicada desse modo, quem poderia ser salvo? Quando o carcereiro de Filipos gritou “senhores, que devo fazer para ser salvo”? Paulo não respondeu: “você pode esperar 30 anos enquanto eu lhe respondo?” Ele disse apenas: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo”(Atos 16:31). O evangelho bíblico não permite qualquer diálogo” teológico.
Ao assinar a Declaração Conjunta os Luteranos se renderam. Os Católicos não mudaram coisa alguma. O Vaticano tem se recusado a anular qualquer um dos cem anátemas {proferidos contra os protestantes}, ainda em efeito contra todos aqueles que proclamam a justificação exclusivamente pela fé em Cristo, sem os sacramentos da Igreja Católica Romana. Contudo, a Declaração Conjunta engana tanto os Protestantes como os Católicos, levando-os a crer que a Reforma surgiu de um ligeiro mal entendido do verdadeiro Catolicismo.
Inegavelmente, a crença e a prática de um bilhão de católicos romanos espalhados ao redor do mundo (ignorados pela Declaração Conjunta) permanecem exatamente como sempre foram. O fato é que a linguagem cuidadosa, complexa e teológica da Declaração Conjunta não significa coisa alguma. Os católicos continuam “rezando” a Maria por salvação, e ainda acreditam que os “méritos e graças de Cristo ganhos na cruz” podem ser recebidos apenas em pequenas proporções, que nunca salvam totalmente e que só podem ser conseguidos através dos sacramentos da Igreja. Eles {os católicos} ainda se flagelam e praticam boas obras e sofrimento, a fim de obter a salvação.
Aqui em Presov, Eslováquia, onde tivemos nossa última reunião, visitamos o monte “Calvário” de onde se descortina a cidade. “Calvários” semelhantes são encontrados através do país. No topo do monte existe uma antiga igreja ortodoxa e para se chegar até lá há uma senda tortuosa com degraus passando por uma quantidade de santuários de vários “santos”. Em dias santos especiais, milhares de fiéis católicos e ortodoxos sobem até o monte, muitos deles de joelhos. As pedras não são lisas nem a estrada cimentada, como acontece continuamente na travessia de joelhos até Fátima, em Portugal e outros santuários. O caminho de sofrimento de Presov é feito de pedras ásperas e me horrorizei ao pensar nos joelhos sangrentos e esfolados penosamente suportados a fim de ganhar o céu, ilusão promovida e abençoada pela Igreja. A prática de conseguir “salvação” dos católicos atuais, no mundo inteiro, é exatamente aquela da Idade Média.
Os católicos ainda usam escapulários e medalhas para abrir os portões do céu e confiam na Santa Madre para oferecer missas após sua morte, a fim de livrá-los do purgatório. Eles ainda rezam aos “santos”, tais como o Padre Pio, que eles acreditam ter sofrido para pagar os pecados alheios e assim redimido multidões através do estigma que suportou durante quarenta anos. De fato muitas centenas de milhares de fiéis lotaram a Praça de São Pedro, em 03 de maio de 1999, quando João Paulo II beatificou o Padre Pio. Este é o mesmo catolicismo praticado durante 1500 anos, sem mudança alguma pela Declaração Conjunta ou ECT. Querendo ou não, os evangélicos que assinaram esse documento estão endossando essas práticas pagãs e encorajando um bilhão de católicos numa falsa esperança.
A prática exata de oferecer indulgências (que abriu os olhos de Lutero para a maldade do evangelho de Roma, por ele denunciada, e contra a qual ele laborou tão diligentemente) continua sendo parte vital e oficial do catolicismo – fato estranhamente ignorado pela Declaração Conjunta e a ECT. Mesmo enquanto as negociações luterano-católicas estavam sendo finalizadas, o papa estava prometendo mais indulgências para o ano 2000. O objetivo principal das indulgências é abreviar o tempo e reduzir as penas no purgatório, uma falsa doutrina freqüentemente apoiada por João Paulo II. Por exemplo, no Vaticano, em 04 de agosto de 1999, o papa explicou novamente que “não podemos nos aproximar de Deus (isto é, entrar no céu) sem sofrer uma espécie de purificação, (através do sofrimento pessoal de alguém, adicionado ao que Cristo sofreu na cruz). Todo o traço de ligação com o mal deve ser eliminado, toda a imperfeição da alma, corrigida... e de fato isto é precisamente o significado do ensino da Igreja sobre o purgatório. Aqueles que assinaram a Declaração Conjunta e a ECT (proclamando os católicos como “irmãos cristãos”) foram feitos de bobos.
Na véspera do Natal de 1999, João Paulo II abriu uma “porta sagrada” em São Pedro (e subseqüentemente em três outras basílicas de Roma), através das quais os peregrinos vindos de todo o mundo estiveram andando, a fim de ganhar o perdão de pecados. A Igreja se gaba de que esta prática foi iniciada em 1300 pelo Papa Bonifácio VIII. Na “Unam Sanctam”, de 1302, uma Bula infalível ainda em vigor até hoje, Bonifácio tornou a obediência absoluta ao papa como uma condição de salvação. Sobre isso a Declaração Conjunta e a ECT estão também cegos e mudos.
Bonifácio era tão mau que Dante o sepultou nas maiores profundezas do inferno. Uma mãe e sua filha eram simultaneamente suas amantes. Assassinando seis mil habitantes, ele destruiu completamente a bela cidade de Palestrina com toda a sua arte e estrutura histórica datada da época de Júlio César, e a reduziu a um campo arado onde mandou espalhar sal. E por que? Simplesmente porque os Colonas de Palestrina havia se tornado inimigos do papa, o qual ofereceu indulgências (sim, indulgências a todos aqueles que ajudaram a destruí-los). João Paulo II deve saber de tudo isso e, contudo, ele e sua Igreja traçam sua suposta “sucessão apostólica” através de tais papas monstros, dos quais Bonifácio não foi de modo algum o pior.
A Reforma deixou uma estrutura de igrejas estatais (católicas e luteranas) através da Europa, cujos pastores e sacerdotes recebem seus salários do estado, pagos através dos impostos de todos os cidadãos, fato que só aumenta o ressentimento contra o “Cristianismo”. A Eslováquia logo assinará concordata com o Vaticano dando à Igreja Católica especial status, privilégios e influência. Recentemente uma peregrinação de líderes estaduais e religiosos liderada pelo Presidente Rudolf Schuster da Eslováquia foi até Roma para uma audiência com o papa. Os delegados ajoelharam-se diante dele e alguns beijaram-lhe o anel. Dentre os delegados estavam os líderes da União Batista e de outras supostas igrejas evangélicas. Minha primeira reunião em Presov deveria ter sido realizada no local da Igreja Apostólica. Ao chegar lá fomos informados de que a reunião havia sido transferida para a Capela do Calvário, visto como o pastor apostólico, que havia me convidado, tinha sido demitido ao expor o falso evangelho de Roma.
Os Reformadores e seus credos e os mais recentes defensores da fé, tais como Spurgeon e D.M. Lloyd Jones, têm consistentemente chamado os papas de anticristos. Não que papa algum jamais tenha sido alguma vez o Anticristo, governador político mundial de Satanás. Mas os papas sempre têm sido a antítese de Cristo. O papa é recebido por presidentes, reis e primeiros ministros e ovacionado por milhões, onde quer que ele vá; enquanto isso Cristo foi zombado por uma multidão gritando: “fora com ele, crucifica-o”. Cristo possuía apenas um manto sobre o qual dormiu no chão antes de ser crucificado, porque não possuía casa; o papa tem centenas dos mais custosos mantos de seda bordados de ouro, e reside em mais de um palácio, dois dos quais com mais de 1.100 aposentos cada. Cristo dá a salvação como um dom gratuito, que ele pagou completamente através de seus sofrimentos na cruz; o papa declara que a salvação parcial é dada através do sacrifício de Cristo sobre os altares de Igreja Católica Romana (milhares de vezes diariamente). O contraste entre Cristo e o seu professo “vigário” não poderia ser maior.
Há uma traição, não apenas contra as convicções de Lutero e da Reforma pelos líderes Luteranos, mas contra Cristo e o evangelho, pelos líderes evangélicos. Foi com o coração partido que vimos a apostasia e a profanação onde os mártires morreram aos milhões para preservar um evangelho, o qual agora está sendo negado, não apenas pelo seus descendentes incrédulos, mas pelo líderes das igrejas que professam Cristo. O tempo está se esgotando, contudo ainda não é tarde demais para resgatar aqueles que desejam conhecer a verdade. Que Deus nos conduza até eles, em toda parte.
Dave Hunt –The Berean Call – Junho/2000

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

494 anos da Reforma

No passado dia 31 de outubro se completaram os 494 anos desde que Martinho Lutero afixou as suas 95 teses na porta da Catedral de Wittemberg na Alemanha.
Ao redor do mundo muitos grupos luteranos festejaram essa data...
Mas festejar o quê?
Em 31 de outubro de 1999 uma grande delegação de "igrejas luteranas" (inclusive com representação brasileira) fincaram seus joelhos diante dos representantes papais pedindo perdão "pelo estrago causado por Lutero" - E fizeram-no na mesma Catedral de Wittemberg!!!
Hoje, o luteranismo, tal como foi no século XVI, é quase inexistente. O que há ao redor do mundo é um número muito grande de grupos religiosos que há muito abandonaram os postulados da Reforma e abraçaram-se aos pés de Roma implorando pelo reconhecimento da "Santa Sé".
Em todo lugar onda há uma "igreja luterana", há também um grupo ecumenico liderando pelo "padre" da ICAR e do "pastor luterano"...grandes amigos no desvio das massas ignorantes dos ensinamentos bíblicos.
A seis anos dos quinhentos anos da Reforma...festejar o quê?

terça-feira, 12 de julho de 2011

As "novas igrejas"

BALAIO DE GATOS
A profecia bíblica é uma prova irrefutável de que a Escritura Sagrada é infalível e não pode ser anulada, conforme o próprio Jesus afirmou em João 10:35. Deus escreveu de antemão toda a história e entregou o governo do mundo ao Seu Filho Amado e nós, os crentes bíblicos, estamos ansiando pelo dia em que Ele virá assumir o Seu lugar de Supremo Governante da Humanidade.
A Escritura jamais falhou e jamais falhará no seu conteúdo didático e profético, por ser a eterna e infalível Palavra de um Deus, que não pode mentir. Em seus 66 livros, podemos verificar que tudo ali escrito se refere, direta ou indiretamente, à Pessoa de Jesus Cristo, o Senhor da História.
A Bíblia está repleta de admoestações contra o pecado, de promessas de salvação e de como o drama da humanidade vai ser encerrado, com o Senhor Jesus assentado no trono universal, com Satanás e seus anjos atirados ao lago de fogo, para onde irão os ateus, os falsos religiosos, que pervertem o Evangelho de Cristo e os tolos que foram enganados pelas falsas religiões. Nosso Deus e Pai é Onipotente e Soberano. Quando examinamos as Escrituras, logo entendemos que Ele fez tudo perfeito e legal, tendo chegado ao extremo de entregar o próprio Filho para ser imolado em favor da humanidade, comprovando, assim, o Seu perfeito AMOR. Quem duvida do que Deus escreveu na Bíblia, usando homens santos para nos transmitir os Seus ensinos, é um tolo e vai sofrer as consequências de sua incredulidade, ao desprezar a salvação que Ele nos oferece através de Jesus Cristo, cujo sangue nos purifica de todo pecado, quando nEle confiamos plenamente.
Em 2009, a BBC de Londres transmitiu uma série, focalizando os 80 tipos de fé que existem no mundo. O criador desta série foi o (incrédulo) pastor anglicano Peter Owen Jones, cujo objetivo era mostrar que todas as religiões são igualmente boas e conduzem ao Céu, neutralizando, assim, a exclusividade da Palavra de Deus. Mas, como Deus é Soberano, em vez de conseguir esse objetivo de esfriar a obra de missões, os cristãos fundamentalistas, mesmo representando uma parcela mínima no Reino Unido, logo reagiram, incrementando o envio de missionários aos países não cristãos.
Ao contrário dos protestantes bíblicos, a Igreja de Roma (ICAR) tem aumentado suas investidas nos países pagãos, não com o objetivo de pregar o Evangelho de Cristo, mas o evangelho da mariolatria, aumentando a difusão do paganismo romano dos Césares, com a deusa católica substituindo as deusas do paganismo.A missão principal da Maria católica, nos países sul-americanos mais atrasados, é se identificar com a "Mãe Terra", a deusa da religião natural. Do mesmo modo como transformou os deuses pagãos do passado em “santos” católicos, enchendo os seus altares com abominável idolatria, a ICAR transforma agora os ídolos indígenas em divindades católicas, visando implementar a rota macabra do Ecumenismo religioso. Entre os indígenas, Maria é exaltada como a "Mãe Terra", com os nomes indígenas pelos quais é conhecida. Nos países árabes, ela é "Nossa Senhora de Fátima", tomando o nome da filha de Maomé, e haja aparições mentirosas.
Numa tribo indígena da Bolívia, a ICAR incentiva um ritual exótico: o sacrifício de uma lhama, cujo sangue derramado serve, supostamente, para fertilizar a "Mãe Terra". Vocês podem imaginar um missionário batista praticando um ritual assim? Ora, do jeito que a Convenção Batista do Sul tem apostatado, nos últimos anos, por causa da incredulidade de muitos dos seus líderes maçons, qualquer dia vai acontecer algo parecido, nos arraiais batistas. O Anticristo está às portas e a apostasia que Paulo anunciou como precursora da vinda do “homem do pecado” já está enchendo as igrejas ditas evangélicas, principalmente as pentecostais. Ontem à noite, após uma excelente pregação no culto matinal da PIBT, fui com um amigo assistir a um culto na igreja metodista próxima de casa. Após quase uma hora de música ensurdecedora, com muito rebolado e gritaria, uma "pastora" subiu ao púlpito, para entregar a mensagem da noite. Usando o Livro de Êxodo, ela descreveu todo o ritual do tabernáculo de Moisés, exultando de triunfalismo, tendo esquecido de citar o sacrifício de Cristo, no Calvário, para remissão dos pecados de todos os que Nele crêem. Amo Israel e o povo judeu, mas sou gentia/cristã e disso não abro mão. Mas, cada dia, eu mais me convenço de que o Judaísmo tomou conta das igrejas pentecostais, deletando o evangelho do Apóstolo Paulo, em favor do evangelho da prosperidade. Cada pentecostal doutrinado nessas igrejas se transforma num falso judeu, acatando a promessa de riqueza, que Deus fez a Abraão, enquanto à Igreja só foram prometidas aflições...
Infelizmente, o que é chamado “peNtecostalismo” tem se transformado em “peStecotalismo”. A ICAR sabe muito bem o que deseja conseguir no mundo religioso. Ela está tentando reunir todas as religiões num "balaio de gatos”, para, em seguida, dominar os cristãos, com mão de ferro, a serviço do Anticristo. Jesus nos adverte, em Apocalipse 18:4: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”.
Quem arreda uma vírgula dos ensinos bíblicos corre o perigo de cair nas garras do ecumenismo e do homem do pecado, para ser letalmente arranhado no balaio de gatos que o "papa" Ratzinger está preparando, com o aval dos pastores apóstatas. Mary Schultze, 13/07/2011 - www.maryschultze.com