A missão da igreja não é reformar o mundo, nem erradicar as suas práticas más.
Nosso único propósito é pregar o evangelho de Cristo. Se homens e mulheres chegarem a amar o Salvador, não há dúvida de que a conduta exterior deles será transformada. As seguintes palavras foram ditas por John Newton em uma conferência de pastores, em janeiro de 1778. Ele estava falando sobre como a igreja pode realizar transformações morais no mundo. Seus comentários se mostram tão apropriados hoje como o foram na sua época.
“O evangelho de Cristo, o glorioso evangelho do Deus bendito, é o único instrumento eficaz para transformar a humanidade. O homem que possui e sabe como utilizar esta grande e maravilhosa ferramenta, se posso fazer esta comparação, conseguirá facilmente aquilo que, de outro modo, seria impossível. O evangelho remove as dificuldades intransponíveis à capacidade humana: faz o cego ver e o surdo ouvir; amolece o coração de pedra; ressuscita aquele que estava morto em ofensas e pecados para um vida de retidão.
Nenhuma outra força, exceto a do evangelho, é suficiente para remover os imensos fardos de culpa de uma consciência despertada; para aquietar o ardor de paixões incontroláveis; para levantar uma alma mundana atolada no lamaçal da sensualidade e da avareza, para uma vida divina e espiritual, uma vida de comunhão com Deus.
Nenhum sistema, exceto o evangelho, é capaz de transmitir motivos, encorajamentos e perspectivas suficientes para resistir e frustrar todas as armadilhas e tentações com as quais o espírito deste mundo, com suas carrancas ou com seus sorrisos, se esforça para intimidar e afastar-nos do caminho do dever. Mas o evangelho, entendido corretamente e recebido com alegria, trará vigor ao desanimado e coragem ao temeroso. Tornará generoso o mesquinho, moldará a lamúria em bondade, amansará a fúria de nosso íntimo.
Em resumo, o evangelho dilata o coração egoísta, enchendo-o com um espírito de amor para com Deus, de obediência alegre e irrestrita para com a vontade dEle, bem como de benevolência para com os homens.”
Por John Newton. Tradução por Editora Fiel.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
E AS TATUAGENS?
Você já percebeu como a cada ano que passa o uso de enfeites que se aplicam no próprio corpo do indivíduo têm crescido na sua aceitação? Virou “moda”, mundialmente aceita, o uso de tatuagens e piercings (altamente invasivos e mutiladores do corpo)...
Qual será o objetivo por trás dessa “moda”?
Continuemos com a revelação do livro de Apocalise 13:16-18
“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”
“Um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas” – o fatídico “sinal da besta” (o “666”) – muito explorado nos filmes de suspense / terror holliwoodianos.
Mas quando o Anticristo governar o mundo unido, não será um filme, será um sinal real, concreto. A tecnologia para que isso se torne possível já existe – marcas de “barras de leitura eletrônica”, microchips injetáveis (subcutâneos), etc. – alguém poderá dizer:
“mas a população não vai aceitar essa imposição!”
Será que essa reação aconteceria? ? ? . . . .
Voltemos para a questão da “moda” das tatuagens e piercings, aplicações “estéticas” totalmente invasivas (mutila-se o corpo), por enquanto ainda há umas poucas pessoas que acham tudo isso repulsivo, em breve
a totalidade da humanidade aceitará como coisa corriqueira esse uso no próprio corpo, acrescentando-se a questão das vantagens no dia-a-dia (tal marca poderá ser usada para abrir fechaduras, ligar o carro [tornando obsoleto o uso de chaves], dar acesso a serviços e usos pessoais – Internet, contas bancárias, substituir “a penca de documentos” [CPF,RG, passaportes], etc)...quem então irá reclamar de uma marca assim?
Quem irá se opor?
”E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas...”
E ainda é preciso levar em consideração o fato que tal marca haverá de ser obrigatória e imprescindível:
“...para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”
Percebeu como o cenário para que essa imposição aconteça sem oposição por parte dos cidadãos já está preparado há muito tempo? Você ainda acha que haverá quem rejeite a tal marca da besta? – com toda certeza a grande massa da população mundial dará as boas-vindas para essa marca!!! (porque a grande maioria da população já aceitou que marcar-se no corpo [tatuagens] é “até bonito”!!!)
Mas observe o que está escrito em Apocalipse 14:9-11
“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz:
Se alguém adorar a besta, e a sua imagem,
e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,
também este beberá do vinho da ira de Deus,
que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira;
e será atormentado com fogo e enxofre
diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre;
e não têm repouso nem de dia nem de noite
os que adoram a besta e a sua imagem,
e aquele que receber o sinal do seu nome”
Quem receber tal marca terá, em vida, assinado e selado a sua condenação eterna ! ! !Prezado irmão, irmã: Que o Senhor lhe guie à conclusão . . . a “moda” das tatuagens e piercings não é algo que está acontecendo aleatoriamente, faz parte do grande plano do Inimigo das nossas almas para alcançar o seu objetivo: dominar a humanidade e levar a maior quantidade possível de seres humanos para longe de Deus. Por essa razão, nós como cristãos não podemos aceitar, nem como “brincadeira”, marcas (mesmo que passageiras) no nosso corpo que é Templo do Espírito Santo, penhor da nossa Salvação.
Esta abordagem às tatuagens é parte integrante do livrete “DIZE-NOS, QUANDO SERÃO ESSAS COISAS, E QUE SINAL HAVERÁ DA TUA VINDA E DO FIM DO MUNDO?” Estudo Bíblico preparado pelo Reverendo Gustavo Pereyra
Qual será o objetivo por trás dessa “moda”?
Continuemos com a revelação do livro de Apocalise 13:16-18
“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”
“Um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas” – o fatídico “sinal da besta” (o “666”) – muito explorado nos filmes de suspense / terror holliwoodianos.
Mas quando o Anticristo governar o mundo unido, não será um filme, será um sinal real, concreto. A tecnologia para que isso se torne possível já existe – marcas de “barras de leitura eletrônica”, microchips injetáveis (subcutâneos), etc. – alguém poderá dizer:
“mas a população não vai aceitar essa imposição!”
Será que essa reação aconteceria? ? ? . . . .
Voltemos para a questão da “moda” das tatuagens e piercings, aplicações “estéticas” totalmente invasivas (mutila-se o corpo), por enquanto ainda há umas poucas pessoas que acham tudo isso repulsivo, em breve
a totalidade da humanidade aceitará como coisa corriqueira esse uso no próprio corpo, acrescentando-se a questão das vantagens no dia-a-dia (tal marca poderá ser usada para abrir fechaduras, ligar o carro [tornando obsoleto o uso de chaves], dar acesso a serviços e usos pessoais – Internet, contas bancárias, substituir “a penca de documentos” [CPF,RG, passaportes], etc)...quem então irá reclamar de uma marca assim?
Quem irá se opor?
”E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas...”
E ainda é preciso levar em consideração o fato que tal marca haverá de ser obrigatória e imprescindível:
“...para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”
Percebeu como o cenário para que essa imposição aconteça sem oposição por parte dos cidadãos já está preparado há muito tempo? Você ainda acha que haverá quem rejeite a tal marca da besta? – com toda certeza a grande massa da população mundial dará as boas-vindas para essa marca!!! (porque a grande maioria da população já aceitou que marcar-se no corpo [tatuagens] é “até bonito”!!!)
Mas observe o que está escrito em Apocalipse 14:9-11
“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz:
Se alguém adorar a besta, e a sua imagem,
e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,
também este beberá do vinho da ira de Deus,
que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira;
e será atormentado com fogo e enxofre
diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre;
e não têm repouso nem de dia nem de noite
os que adoram a besta e a sua imagem,
e aquele que receber o sinal do seu nome”
Quem receber tal marca terá, em vida, assinado e selado a sua condenação eterna ! ! !Prezado irmão, irmã: Que o Senhor lhe guie à conclusão . . . a “moda” das tatuagens e piercings não é algo que está acontecendo aleatoriamente, faz parte do grande plano do Inimigo das nossas almas para alcançar o seu objetivo: dominar a humanidade e levar a maior quantidade possível de seres humanos para longe de Deus. Por essa razão, nós como cristãos não podemos aceitar, nem como “brincadeira”, marcas (mesmo que passageiras) no nosso corpo que é Templo do Espírito Santo, penhor da nossa Salvação.
Esta abordagem às tatuagens é parte integrante do livrete “DIZE-NOS, QUANDO SERÃO ESSAS COISAS, E QUE SINAL HAVERÁ DA TUA VINDA E DO FIM DO MUNDO?” Estudo Bíblico preparado pelo Reverendo Gustavo Pereyra
JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA (1628-1691) - BIOGRAFIA
João Ferreira d'Almeida (português europeu) ou João Ferreira de Almeida (português brasileiro) (Torre de Tavares, Portugal, 1628 — Java, Indonésia, 1691) foi uma importante personalidade do protestantismo português, especialmente conhecido por ter traduzido a Bíblia para a língua portuguesa.
Anos Iniciais
Filho de pais católicos, João Ferreira de Almeida nasceu na localidade de Torre de Tavares, concilio de Mangualde, em Portugal. Ficou órfão ainda criança e veio a ser criado na cidade de Lisboa por um tio que era membro de uma ordem religiosa. Pouco se sabe sobre a infância e início da adolescência de Almeida, mas afirma-se que teria recebido uma excelente educação visando a sua entrada no sacerdócio. Não se sabe o que teria levado Almeida a sair de Portugal, mas talvez isso se devesse à forte influência exercida pela Inquisição em Portugal. Viajou para a Holanda e, aos 14 anos, embarcou para a Ásia, passando pela Batavia (atual Jacarta), na ilha de Java, Indonésia. Naquela época, a Batávia era o centro administrativo da Companhia Holandesa das Índias Orientais, no sudeste da Ásia.
Tradutor da Bíblia
Dois anos mais tarde, João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projeto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução as versões: Latina (de Beza), Francesa (Genebra, 1588) e Italiana (Diodati, 1641) - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade. Apesar da sua juventude, enviou uma cópia do texto ao governador geral holandês, em Batávia. Crê-se que a cópia teria sido enviada para Amsterdão mas que o responsável pela publicação do texto faleceu resultando no desaparecimento do trabalho de Almeida. Em 1651, ao lhe ser solicitada uma cópia da sua tradução para a Igreja Reformada na ilha de Ceilão, (atual Sri Lanka), Almeida descobriu que o original havia desaparecido. Lançando-se de novo ao trabalho, partindo de uma cópia ou rascunhos anteriores do seu trabalho, Almeida concluiu no ano seguinte uma versão revista dos Evangelhos e do livro de Atos dos Apóstolos. Em 1654, completou todo o Novo Testamento mas, uma vez mais, nada foi feito para imprimir a tradução, sendo realizadas apenas algumas poucas cópias manuscritas.
Almeida entrou no ministério da Igreja Reformada Holandesa, primeiramente como "visitador de doentes" e, em seguida, como "pastor suplente". Em 1656, foi submetido a exame em matérias teológicas e, tendo sido aprovado, foi ordenado para o ministério pastoral e missionário. Serviu primeiro em Ceilão e depois na Índia, sendo considerado um dos primeiros missionários protestantes a visitar aquele país. Visto que servia como missionário convertido, ao serviço de um país estrangeiro, e ainda devido à exposição direta do que considerava ser doutrinas falsas da Igreja Católica, bem como à denúncia de corrupção moral entre o clero, muitos entre as comunidades de língua portuguesa passaram a considerá-lo apóstata e traidor. Esses confrontos resultaram num julgamento por um tribunal da Inquisição em Goa, Índia, em 1661, sendo sentenciado à morte por heresia. O governador geral da Holanda chamou-o de volta a Batávia, evitando assim a consumação da sentença.
Em 1676, Almeida apresentou o seu trabalho de tradução do Novo Testamento ao consistório da Igreja Reformada em Batávia, para revisão. As relações entre Almeida e os revisores da tradução ficaram tensas, especialmente devido a diferenças de opinião sobre o significado de algumas palavras e sobre o estilo do português usado. Isto resultou em grandes demoras no trabalho de revisão, sendo que quatro anos depois ainda se discutiam os capítulos iniciais do Evangelho de Lucas. Almeida decidiu assim, sem o conhecimento dos revisores, enviar uma cópia para a Holanda visando a sua publicação. Apesar da reação negativa do consistório em Java, a versão em português do Novo Testamento foi finalmente impressa em Amesterdão, em 1681, tendo as cópias chegado à Ásia no ano seguinte. No entanto, os revisores conseguiram fazer valer a sua posição, introduzindo alterações ao trabalho de Almeida. O governo holandês concordou com a insatisfação de Almeida e mandou destruir toda a primeira impressão. Ainda assim, Almeida conseguiu salvar algumas cópias sob a condição de que, até nova impressão, os erros principais fossem corrigidos à mão.
Os revisores em Batávia reuniram-se novamente para completar a verificação do Novo Testamento e avançar para o Velho Testamento à medida que Almeida fosse completando. Em 1689, já com a saúde bastante abalada, Almeida deixou o trabalho missionário para se dedicar em pleno ao trabalho de tradução. Veio a morrer em 1691 enquanto traduzia o último capítulo de Ezequiel. Coube ao seu amigo Jacobus op den Akker completar a tradução em 1694.
Tradução após a Morte de Almeida
A segunda edição do Novo Testamento em português, revista pouco antes da morte de Almeida, veio a ser publicada em 1693. No entanto, alguns historiadores afirmam que, uma vez mais, esta segunda edição foi desfigurada pela mão dos revisores. Perdendo-se a motivação para a continuação do trabalho de tradução da Bíblia para o português na Ásia, foi a pedido dos missionários dinamarqueses em Tranquebar, sul da Índia, que uma sociedade inglesa, a Society for Promoting Christian Knowledge, em Londres, financiou a terceira edição do Novo Testamento de Almeida, em 1711. Durante o Século XIX, a British and Foreign Bible Society e a American Bible Society distribuíram milhares de exemplares da versão de Almeida em Portugal e nas principais cidades do Brasil. Isto resultou em tornar a Tradução João Ferreira de Almeida um dos textos mais populares das Escrituras em língua portuguesa, sendo especialmente usada pelos evangélicos lusófonos.
Atualmente é editada no Brasil principalmente pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.
Fonte: Wikipédia.
Só Jesus Cristo é o Senhor
http://protestantismo.ieadcg.com.br
Anos Iniciais
Filho de pais católicos, João Ferreira de Almeida nasceu na localidade de Torre de Tavares, concilio de Mangualde, em Portugal. Ficou órfão ainda criança e veio a ser criado na cidade de Lisboa por um tio que era membro de uma ordem religiosa. Pouco se sabe sobre a infância e início da adolescência de Almeida, mas afirma-se que teria recebido uma excelente educação visando a sua entrada no sacerdócio. Não se sabe o que teria levado Almeida a sair de Portugal, mas talvez isso se devesse à forte influência exercida pela Inquisição em Portugal. Viajou para a Holanda e, aos 14 anos, embarcou para a Ásia, passando pela Batavia (atual Jacarta), na ilha de Java, Indonésia. Naquela época, a Batávia era o centro administrativo da Companhia Holandesa das Índias Orientais, no sudeste da Ásia.
Tradutor da Bíblia
Dois anos mais tarde, João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projeto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução as versões: Latina (de Beza), Francesa (Genebra, 1588) e Italiana (Diodati, 1641) - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade. Apesar da sua juventude, enviou uma cópia do texto ao governador geral holandês, em Batávia. Crê-se que a cópia teria sido enviada para Amsterdão mas que o responsável pela publicação do texto faleceu resultando no desaparecimento do trabalho de Almeida. Em 1651, ao lhe ser solicitada uma cópia da sua tradução para a Igreja Reformada na ilha de Ceilão, (atual Sri Lanka), Almeida descobriu que o original havia desaparecido. Lançando-se de novo ao trabalho, partindo de uma cópia ou rascunhos anteriores do seu trabalho, Almeida concluiu no ano seguinte uma versão revista dos Evangelhos e do livro de Atos dos Apóstolos. Em 1654, completou todo o Novo Testamento mas, uma vez mais, nada foi feito para imprimir a tradução, sendo realizadas apenas algumas poucas cópias manuscritas.
Almeida entrou no ministério da Igreja Reformada Holandesa, primeiramente como "visitador de doentes" e, em seguida, como "pastor suplente". Em 1656, foi submetido a exame em matérias teológicas e, tendo sido aprovado, foi ordenado para o ministério pastoral e missionário. Serviu primeiro em Ceilão e depois na Índia, sendo considerado um dos primeiros missionários protestantes a visitar aquele país. Visto que servia como missionário convertido, ao serviço de um país estrangeiro, e ainda devido à exposição direta do que considerava ser doutrinas falsas da Igreja Católica, bem como à denúncia de corrupção moral entre o clero, muitos entre as comunidades de língua portuguesa passaram a considerá-lo apóstata e traidor. Esses confrontos resultaram num julgamento por um tribunal da Inquisição em Goa, Índia, em 1661, sendo sentenciado à morte por heresia. O governador geral da Holanda chamou-o de volta a Batávia, evitando assim a consumação da sentença.
Em 1676, Almeida apresentou o seu trabalho de tradução do Novo Testamento ao consistório da Igreja Reformada em Batávia, para revisão. As relações entre Almeida e os revisores da tradução ficaram tensas, especialmente devido a diferenças de opinião sobre o significado de algumas palavras e sobre o estilo do português usado. Isto resultou em grandes demoras no trabalho de revisão, sendo que quatro anos depois ainda se discutiam os capítulos iniciais do Evangelho de Lucas. Almeida decidiu assim, sem o conhecimento dos revisores, enviar uma cópia para a Holanda visando a sua publicação. Apesar da reação negativa do consistório em Java, a versão em português do Novo Testamento foi finalmente impressa em Amesterdão, em 1681, tendo as cópias chegado à Ásia no ano seguinte. No entanto, os revisores conseguiram fazer valer a sua posição, introduzindo alterações ao trabalho de Almeida. O governo holandês concordou com a insatisfação de Almeida e mandou destruir toda a primeira impressão. Ainda assim, Almeida conseguiu salvar algumas cópias sob a condição de que, até nova impressão, os erros principais fossem corrigidos à mão.
Os revisores em Batávia reuniram-se novamente para completar a verificação do Novo Testamento e avançar para o Velho Testamento à medida que Almeida fosse completando. Em 1689, já com a saúde bastante abalada, Almeida deixou o trabalho missionário para se dedicar em pleno ao trabalho de tradução. Veio a morrer em 1691 enquanto traduzia o último capítulo de Ezequiel. Coube ao seu amigo Jacobus op den Akker completar a tradução em 1694.
Tradução após a Morte de Almeida
A segunda edição do Novo Testamento em português, revista pouco antes da morte de Almeida, veio a ser publicada em 1693. No entanto, alguns historiadores afirmam que, uma vez mais, esta segunda edição foi desfigurada pela mão dos revisores. Perdendo-se a motivação para a continuação do trabalho de tradução da Bíblia para o português na Ásia, foi a pedido dos missionários dinamarqueses em Tranquebar, sul da Índia, que uma sociedade inglesa, a Society for Promoting Christian Knowledge, em Londres, financiou a terceira edição do Novo Testamento de Almeida, em 1711. Durante o Século XIX, a British and Foreign Bible Society e a American Bible Society distribuíram milhares de exemplares da versão de Almeida em Portugal e nas principais cidades do Brasil. Isto resultou em tornar a Tradução João Ferreira de Almeida um dos textos mais populares das Escrituras em língua portuguesa, sendo especialmente usada pelos evangélicos lusófonos.
Atualmente é editada no Brasil principalmente pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.
Fonte: Wikipédia.
Só Jesus Cristo é o Senhor
http://protestantismo.ieadcg.com.br
TEORÍA DAS JANELAS QUEBRADAS
Em 1969, na Universidade de Stanford (EEUU), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou dois automóveis abandonados na rua, dois automóveis idênticos, a mesma marca, modelo e até a cor.. Um foi deixado no Bronx, na época, uma zona pobre e conflitiva de Nova Iorque e o outro em Palo Alto, uma zona rica y tranqüila de California.
Dois automóveis idênticos abandonados, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em ambos os lugares. O resultado foi que o carro abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Ficou sem os pneus, sem motor, sem os espelhos, o rádio, etc. Todo o que podia ser levado sumiu, e o resto o destruíram. Já o carro abandonado em Palo Alto se manteve intacto...
É comum atribuir à pobreza as causas da delinqüência. Atribuição na que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (de direita e de esquerda). Todavia, a experiência em questão não terminou aí, quando o carro abandonado no Bronx já estava totalmente vandalizado o de Palo Alto levava uma semana intacto, os investigadores quebraram um vidro de uma das janelas do carro de Palo Alto.
O resultado foi que se iniciou o mesmo processo que ocorrera antes no Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que aquele no bairro pobre. Por que o vidro quebrado no automóvel abandonado numa vizinhança supostamente segura foi capaz de disparar todo um processo delitivo?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro quebrado num carro abandonado transmite a idéia de deterioro, de desinteresse, de despreocupação, de algo que vai quebrando códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como num “vale tudo”. Cada novo ataque que sofre o automóvel abandonado reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores se torna incontrolável, levando as pessoas a uma violência irracional.
Em experiências posteriores (James Q. Wilson y George Kelling), desenvolveram a 'teoria das janelas quebradas', a qual conclui, que desde um ponto de vista criminológico, o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Quando se quebra um vidro de uma janela de um prédio e ninguém o conserta, em breve estarão quebrados todos os restantes. Se uma comunidade exibe sinais de deterioro e isto parece não importar-lhe a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem “pequenas faltas” (estacionar em lugar proibido ou reservado, exceder o limite de velocidade ou atravessar com o sinal vermelho) e essas infrações não são sancionadas, então se seguirão faltas maiores e em breve delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, essa “norma de crescimento” levará a uma maior violência quando essas pessoas chegarem à idade adulta.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor às gangues), esses mesmos espaços abandonados pela população serão progressivamente ocupados pelos delinqüentes.
A teoria das janelas quebradas foi aplicada pela primeira vez a meados da década dos 80 no metro de Nova Iorque, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Se começou por combater as pequenas transgressões: pichações que tornavam o lugar detestável, a sujeira nas estações, a embriaguez em público, os “jeitinhos” para evitar o pagamento das passagens, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno se conseguiu fazer do metro um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova Iorque, baseado na teoria das janelas quebradas e na experiência do metrô, iniciou uma política de “tolerância zero”.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e em ordem, não permitindo transgressões à lei e às normas de convivência urbana.
O resultado prático foi uma enorme diminuição de todos os índices criminais da cidade de Nova Iorque.
A expressão “tolerância zero” soa como uma solução do tipo autoritária e repressiva, mas seu conceito principal é pelo contrário a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.
Não se trata de linchar o delinqüente, nem de prepotência policial, de fato, a respeito dos abusos de autoridade, também deve de se aplicar a tolerância zero.
Não é tolerância zero frente à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero frente ao delito em si. Se trata de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Frente à quantidade de mentiras e medíocres explicações dadas por alguns de nossos governantes de turno, diretores de instituições educativas, chefes e líderes comunitários sobre este tema, é bom voltar a ler esta teoria e de passo, difundi-la.
Dois automóveis idênticos abandonados, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em ambos os lugares. O resultado foi que o carro abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Ficou sem os pneus, sem motor, sem os espelhos, o rádio, etc. Todo o que podia ser levado sumiu, e o resto o destruíram. Já o carro abandonado em Palo Alto se manteve intacto...
É comum atribuir à pobreza as causas da delinqüência. Atribuição na que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (de direita e de esquerda). Todavia, a experiência em questão não terminou aí, quando o carro abandonado no Bronx já estava totalmente vandalizado o de Palo Alto levava uma semana intacto, os investigadores quebraram um vidro de uma das janelas do carro de Palo Alto.
O resultado foi que se iniciou o mesmo processo que ocorrera antes no Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que aquele no bairro pobre. Por que o vidro quebrado no automóvel abandonado numa vizinhança supostamente segura foi capaz de disparar todo um processo delitivo?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro quebrado num carro abandonado transmite a idéia de deterioro, de desinteresse, de despreocupação, de algo que vai quebrando códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como num “vale tudo”. Cada novo ataque que sofre o automóvel abandonado reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores se torna incontrolável, levando as pessoas a uma violência irracional.
Em experiências posteriores (James Q. Wilson y George Kelling), desenvolveram a 'teoria das janelas quebradas', a qual conclui, que desde um ponto de vista criminológico, o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Quando se quebra um vidro de uma janela de um prédio e ninguém o conserta, em breve estarão quebrados todos os restantes. Se uma comunidade exibe sinais de deterioro e isto parece não importar-lhe a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem “pequenas faltas” (estacionar em lugar proibido ou reservado, exceder o limite de velocidade ou atravessar com o sinal vermelho) e essas infrações não são sancionadas, então se seguirão faltas maiores e em breve delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, essa “norma de crescimento” levará a uma maior violência quando essas pessoas chegarem à idade adulta.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor às gangues), esses mesmos espaços abandonados pela população serão progressivamente ocupados pelos delinqüentes.
A teoria das janelas quebradas foi aplicada pela primeira vez a meados da década dos 80 no metro de Nova Iorque, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Se começou por combater as pequenas transgressões: pichações que tornavam o lugar detestável, a sujeira nas estações, a embriaguez em público, os “jeitinhos” para evitar o pagamento das passagens, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno se conseguiu fazer do metro um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova Iorque, baseado na teoria das janelas quebradas e na experiência do metrô, iniciou uma política de “tolerância zero”.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e em ordem, não permitindo transgressões à lei e às normas de convivência urbana.
O resultado prático foi uma enorme diminuição de todos os índices criminais da cidade de Nova Iorque.
A expressão “tolerância zero” soa como uma solução do tipo autoritária e repressiva, mas seu conceito principal é pelo contrário a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.
Não se trata de linchar o delinqüente, nem de prepotência policial, de fato, a respeito dos abusos de autoridade, também deve de se aplicar a tolerância zero.
Não é tolerância zero frente à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero frente ao delito em si. Se trata de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Frente à quantidade de mentiras e medíocres explicações dadas por alguns de nossos governantes de turno, diretores de instituições educativas, chefes e líderes comunitários sobre este tema, é bom voltar a ler esta teoria e de passo, difundi-la.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Os homens dos últimos dias
Quem não fica chocado ao saber de tragédias familiares?
Quantos pais e mães ficaram até com temor dos próprios filhos?
Tu mesmo, não tens ouvido nas conversas dos teus vizinhos, conhecidos e até dos estranhos, que “não se pode mais confiar nem nos filhos da gente”?
O que está acontecendo com as pessoas? O que está acontecendo com o mundo? Por que razão filhos e filhas se voltam contra os seus próprios pais e são capazes de até assassiná-los?
De onde vem tanta maldade?
São estas e muitas outras perguntas que nos assaltam quando escutamos notícias estarrecedoras de filhos que maltratam e até matam a seus próprios pais...E as pessoas em geral ficam perplexas, sem saber o que fazer ou dizer...e ai, apelam para os chamados “profissionais”, pessoas que, pelo fato de terem cursado uma faculdade, são tidas como autoridades na área familiar ou da criação dos filhos... “profissionais” que, se fossem investigados, revelariam filhos com tantos ou mais problemas que os seus “pacientes”!
A verdade é que esses mesmos profissionais procuram respostas à situação e acabam tendo opiniões e posicionamentos opostos entre si.
O que fazer afinal?
Tempo atrás ouvi o pronunciamento de um renomado teólogo, ele disse muito sentimentalmente “As pessoas hoje estão pedindo colo” – e é mesmo...é isso o que as pessoas pedem...
é colo o que pede o proprietário da casa construída sem alicerces sobre a areia, quando esta desaba lhe trazendo a ruína...
Esse teólogo afirmou “As pessoas hoje estão pedindo colo” Mas esse mesmo teólogo esqueceu o que a Palavra de Deus diz em Jó 35:9-10 “Por causa das muitas opressõesos homens clamam por causa do braço dos grandes. Porém ninguém diz: Onde está Deus que me criou” E nos versículos 12 e 13 diz: “Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus. Certo é que Deus não ouvirá a vaidade, nem atentará para ela o Todo-Poderoso”
Isso nos leva a perceber que é muito certo aquilo que está registrado em Lamentações 3:39
“De que se queixa, pois,o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados”
Há ainda nas Sagradas Escrituras passagens como Gálatas 6:7 “Não erreis:Deus não se deixa escarnecer; Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará “Tudo o que está acontecendo, a razão pela qual as pessoas chegam a sentir “a necessidade de um colo”,
é exatamente por isto que a Bíblia nos mostra...o homem está colhendo o que plantou.
Esta afirmação bíblica pode ser vista como sendo particular para cada um de nós ou como enquadrando a toda a humanidade: Cada um de nós está colhendo o que plantou na sua vida e a humanidade está colhendo o que plantou durante toda a sua história!!! As profecias bíblicas como II Timóteo 3, se cumprem por causa da maldade humana, o apóstolo Paulo disse ao jovem Timóteo que nos últimos dias os homens seriam:
“...1. amantes de si mesmos 2. avarentos, presunçosos 3. soberbos 4. blasfemos 5. desobedientes a pais e mães 6. ingratos 7. profanos 8. Sem afeto natural 9. Irreconciliáveis 10. Caluniadores 11. Incontinentes 12. Cruéis 13. sem amor para com os bons 14. Traidores 15. Obstinados 16. Orgulhosos 17. mais amigos dos deleites do que amigos de Deus 18. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela....”
Diante de um retrato tão malvado dos homens dos últimos dias cabe a pergunta...mas como é que todas essas 18 características poderiam estar presentes em uma geração?
A resposta é que “essa colheita, essa safra”, essa leva de gente assim, não se obteve de um momento ao outro...Uma geração assim, com tantas características malignas é o resultado de uma seleção gradativa, histórica, de tudo aquilo que a humanidade tem plantado em todas as épocas...Nós não chegamos a esse ponto de um dia para o outro...A situação atual é o resultado de um afastamento de Deus que a humanidade tem praticado desde a queda de Adão e Eva.
A humanidade está colhendo o que plantou! Por isso muitos desvanecem e “querem colo”... mas não se percebe nas pessoas sinais de arrependimento, não há quem queira endireitar a sua vida...todos querem soluções, mas sem procurar ao Criador.
As pessoas “querem colo”mas não querem largar o pecado...!!! O adolescente que hoje é capaz de se levantar contra seu próprio pai ou mãe, é responsável sim pelos seus atos, todavia não é ele o único a ser condenado, um dia quando nasceu, era um bebezinho que precisava ser encaminhado segundo a vontade do Criador . . . E foram esses mesmos pais que falharamna educação do filho, criaram-no “livre e sem preconceitos”, e ao chegar à adolescência não há quem segure o guri!!! – ele é ruim? Com certeza, seu coração é como um terreno baldio tomado pelo inço!!! Por que? Porque os que deviam capinar o terreno, podar as plantas, não o fizeram quando foi preciso.
Em milhões e milhões de casos ao redor do mundo, as crianças cresceram sem a direção apropriada, sendo criadas por pais que nunca lhes falaram de Deus, muito menos da sua Palavra. Assim, quando acabam fazendo aquilo que é condenável...não são capazes de mostrar nem remorso...seus próprios pais as criaram dessa maneira...aprenderam a agir desse modo desde pequenos. O homem termina por ceifar aquilo que plantou!
Tu que és pai, tu que és mãe...o que tens semeado no coração da tua criança? Tens te preocupado por plantar nelea Palavra de Deus? Tens procurado fazer o que está escrito em Provérbios 22:6?
“Educa a criança no caminho em que deve andar;e até quando envelhecer não se desviará dele”
Tu que és pai...tu que és mãe, Deus colocou nas tuas mãos a grande responsabilidade de guiar os teus filhos pelo caminho que Deus traçou...É a Palavra de Deus o padrão na tua vida? Na vida da tua família? Assim como foi na vida de Timóteo: Na 2ª epístola Paulo lhe diz no capítulo 3: 14-17 “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste,e de que foste inteirado,sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”
É assim que queres a tua vida e a dos teus filhos?
A mensagem de esperança para a tua vida é exatamente esta frase:
“as sagradas Escrituras podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus”
Esta é a promessa para todo aquele que desde já, crê em Jesus, o Unigênito Filho de Deus, que veio buscar os perdidos, e chamar a todos ao arrependimento para salvação, Ele deu a sua vida pelos pecadores, Jesus sofreu, derramou o seu sangue na cruz do Calvário e morreu para que os pecados sejam perdoados, e ao terceiro dia ressuscitou para dar a vida eterna a todos os que crêem, disto depende o destino eterno de cada ser humano.
Crê nisto e serás salvo tu e toda a tua casa!
Quantos pais e mães ficaram até com temor dos próprios filhos?
Tu mesmo, não tens ouvido nas conversas dos teus vizinhos, conhecidos e até dos estranhos, que “não se pode mais confiar nem nos filhos da gente”?
O que está acontecendo com as pessoas? O que está acontecendo com o mundo? Por que razão filhos e filhas se voltam contra os seus próprios pais e são capazes de até assassiná-los?
De onde vem tanta maldade?
São estas e muitas outras perguntas que nos assaltam quando escutamos notícias estarrecedoras de filhos que maltratam e até matam a seus próprios pais...E as pessoas em geral ficam perplexas, sem saber o que fazer ou dizer...e ai, apelam para os chamados “profissionais”, pessoas que, pelo fato de terem cursado uma faculdade, são tidas como autoridades na área familiar ou da criação dos filhos... “profissionais” que, se fossem investigados, revelariam filhos com tantos ou mais problemas que os seus “pacientes”!
A verdade é que esses mesmos profissionais procuram respostas à situação e acabam tendo opiniões e posicionamentos opostos entre si.
O que fazer afinal?
Tempo atrás ouvi o pronunciamento de um renomado teólogo, ele disse muito sentimentalmente “As pessoas hoje estão pedindo colo” – e é mesmo...é isso o que as pessoas pedem...
é colo o que pede o proprietário da casa construída sem alicerces sobre a areia, quando esta desaba lhe trazendo a ruína...
Esse teólogo afirmou “As pessoas hoje estão pedindo colo” Mas esse mesmo teólogo esqueceu o que a Palavra de Deus diz em Jó 35:9-10 “Por causa das muitas opressõesos homens clamam por causa do braço dos grandes. Porém ninguém diz: Onde está Deus que me criou” E nos versículos 12 e 13 diz: “Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus. Certo é que Deus não ouvirá a vaidade, nem atentará para ela o Todo-Poderoso”
Isso nos leva a perceber que é muito certo aquilo que está registrado em Lamentações 3:39
“De que se queixa, pois,o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados”
Há ainda nas Sagradas Escrituras passagens como Gálatas 6:7 “Não erreis:Deus não se deixa escarnecer; Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará “Tudo o que está acontecendo, a razão pela qual as pessoas chegam a sentir “a necessidade de um colo”,
é exatamente por isto que a Bíblia nos mostra...o homem está colhendo o que plantou.
Esta afirmação bíblica pode ser vista como sendo particular para cada um de nós ou como enquadrando a toda a humanidade: Cada um de nós está colhendo o que plantou na sua vida e a humanidade está colhendo o que plantou durante toda a sua história!!! As profecias bíblicas como II Timóteo 3, se cumprem por causa da maldade humana, o apóstolo Paulo disse ao jovem Timóteo que nos últimos dias os homens seriam:
“...1. amantes de si mesmos 2. avarentos, presunçosos 3. soberbos 4. blasfemos 5. desobedientes a pais e mães 6. ingratos 7. profanos 8. Sem afeto natural 9. Irreconciliáveis 10. Caluniadores 11. Incontinentes 12. Cruéis 13. sem amor para com os bons 14. Traidores 15. Obstinados 16. Orgulhosos 17. mais amigos dos deleites do que amigos de Deus 18. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela....”
Diante de um retrato tão malvado dos homens dos últimos dias cabe a pergunta...mas como é que todas essas 18 características poderiam estar presentes em uma geração?
A resposta é que “essa colheita, essa safra”, essa leva de gente assim, não se obteve de um momento ao outro...Uma geração assim, com tantas características malignas é o resultado de uma seleção gradativa, histórica, de tudo aquilo que a humanidade tem plantado em todas as épocas...Nós não chegamos a esse ponto de um dia para o outro...A situação atual é o resultado de um afastamento de Deus que a humanidade tem praticado desde a queda de Adão e Eva.
A humanidade está colhendo o que plantou! Por isso muitos desvanecem e “querem colo”... mas não se percebe nas pessoas sinais de arrependimento, não há quem queira endireitar a sua vida...todos querem soluções, mas sem procurar ao Criador.
As pessoas “querem colo”mas não querem largar o pecado...!!! O adolescente que hoje é capaz de se levantar contra seu próprio pai ou mãe, é responsável sim pelos seus atos, todavia não é ele o único a ser condenado, um dia quando nasceu, era um bebezinho que precisava ser encaminhado segundo a vontade do Criador . . . E foram esses mesmos pais que falharamna educação do filho, criaram-no “livre e sem preconceitos”, e ao chegar à adolescência não há quem segure o guri!!! – ele é ruim? Com certeza, seu coração é como um terreno baldio tomado pelo inço!!! Por que? Porque os que deviam capinar o terreno, podar as plantas, não o fizeram quando foi preciso.
Em milhões e milhões de casos ao redor do mundo, as crianças cresceram sem a direção apropriada, sendo criadas por pais que nunca lhes falaram de Deus, muito menos da sua Palavra. Assim, quando acabam fazendo aquilo que é condenável...não são capazes de mostrar nem remorso...seus próprios pais as criaram dessa maneira...aprenderam a agir desse modo desde pequenos. O homem termina por ceifar aquilo que plantou!
Tu que és pai, tu que és mãe...o que tens semeado no coração da tua criança? Tens te preocupado por plantar nelea Palavra de Deus? Tens procurado fazer o que está escrito em Provérbios 22:6?
“Educa a criança no caminho em que deve andar;e até quando envelhecer não se desviará dele”
Tu que és pai...tu que és mãe, Deus colocou nas tuas mãos a grande responsabilidade de guiar os teus filhos pelo caminho que Deus traçou...É a Palavra de Deus o padrão na tua vida? Na vida da tua família? Assim como foi na vida de Timóteo: Na 2ª epístola Paulo lhe diz no capítulo 3: 14-17 “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste,e de que foste inteirado,sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”
É assim que queres a tua vida e a dos teus filhos?
A mensagem de esperança para a tua vida é exatamente esta frase:
“as sagradas Escrituras podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus”
Esta é a promessa para todo aquele que desde já, crê em Jesus, o Unigênito Filho de Deus, que veio buscar os perdidos, e chamar a todos ao arrependimento para salvação, Ele deu a sua vida pelos pecadores, Jesus sofreu, derramou o seu sangue na cruz do Calvário e morreu para que os pecados sejam perdoados, e ao terceiro dia ressuscitou para dar a vida eterna a todos os que crêem, disto depende o destino eterno de cada ser humano.
Crê nisto e serás salvo tu e toda a tua casa!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Só por CONCURSO!
Um sujeito vai visitar um amigo de infância, hoje deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o filho que tinha acabado de completar o supletivo do primeiro grau.
Eu tenho uma vaga de assessor, só que o salário não é muito bom..
Quanto é doutor?
Pouco mais de dez mil reais!
Dez mil? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso, arrisca o guri cair na farra, nas drogas, não doutor! Não tem uma vaguinha mais modesta?
O deputado pensa um pouco e diz:
Só se for para trabalhar na Assembléia. Meio período...mas lá, eles só estão pagando cinco mil!
Ainda é muito, doutor! Isso vai acabar estragando o menino! O Senhor não tem um emprego
que pagasse uns mil ou até mil e duzentos reais?
A resposta foi rápida:
Ter eu até tenho. Mas aí é só por concurso e é para quem tem curso superior em Engenharia, Administração, Medicina, Economia, Direito ou Contabilidade, etc. E ainda tem que ter bons conhecimentos em informática, além de Inglês, Francês e Espanhol fluentes... viu? Esse aí não daria pro seu menino...
Pois é, doutor...então vai de assessor mesmo, né?
Bom, falando sério...
Esta estorinha caricaturiza a vida real...ou não?
Eu tenho uma vaga de assessor, só que o salário não é muito bom..
Quanto é doutor?
Pouco mais de dez mil reais!
Dez mil? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso, arrisca o guri cair na farra, nas drogas, não doutor! Não tem uma vaguinha mais modesta?
O deputado pensa um pouco e diz:
Só se for para trabalhar na Assembléia. Meio período...mas lá, eles só estão pagando cinco mil!
Ainda é muito, doutor! Isso vai acabar estragando o menino! O Senhor não tem um emprego
que pagasse uns mil ou até mil e duzentos reais?
A resposta foi rápida:
Ter eu até tenho. Mas aí é só por concurso e é para quem tem curso superior em Engenharia, Administração, Medicina, Economia, Direito ou Contabilidade, etc. E ainda tem que ter bons conhecimentos em informática, além de Inglês, Francês e Espanhol fluentes... viu? Esse aí não daria pro seu menino...
Pois é, doutor...então vai de assessor mesmo, né?
Bom, falando sério...
Esta estorinha caricaturiza a vida real...ou não?
A CIGARRA E A FORMIGA
A cigarra e a formiga
VERSÃO CLÁSSICA
- A formiga trabalha de sol a sol durante todo o verão sob um calor escaldante.- Constrói a sua casa e se aprovisiona de víveres para o inverno.- A cigarra pensa que a formiga é tonta e passa o verão rindo, dançando e brincando.- Quando chega o inverno, a formiga se refugia em sua casinha onde tem todo o que lhe faz falta até a primavera. - A cigarra, tremendo, sem comida e sem abrigo, morre de frio.
George De La Fontaine – fabulista francês
Moral da história: "quem não trabalha não come"
(compare com "Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto,
que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também" II Tessalonicenses 3:10)
VERSÃO MODERNA ("politicamente correta")
- A formiga trabalha de sol a sol durante todo o verão sob um calor escaldante.
- Constrói a sua casa e se aprovisiona de víveres para o inverno.- A cigarra pensa que a formiga é tonta e passa o verão rindo, dançando e brincando.
- Quando chega o inverno, a formiga se refugia em sua casinha onde tem todo o que lhe faz falta até a primavera.- A cigarra, tremendo, sem comida e sem abrigo, decide organizar uma coletiva de imprensa na qual questiona por que a formiga tem o direito a casa e comida, quando há outros, com menos sorte que ela, que passam frio e fome.
A televisão organiza um programa ao vivo no qual a cigarra aparece passando frio, em cenas realmente chocantes, e ao mesmo tempo mostra-se trechos de um vídeo feito por um vizinho da formiga (que não quis se identificar) desfrutando do calorzinho na sua casa e a sua mesa com fartura de comida.
Todo mundo se surpreende de que num país próspero como o deles deixem sofrer à pobre cigarra enquanto outros “vivem na abundância”. Os vários canais de televisão exploram ao máximo a situação, durante o dia inteiro se mostram trechos da vida da cigarra, desde os seus momentos de alegria e felicidade contagiantes (contrapostos a trechos da vida da formiga em que aparece mal-humorada pelo trabalho excessivo)...o povo já canta pelas ruas a toadinha da cigarra, o melô da cigarra, o funk da cigarra...e todo mundo chora ao ver trechos da situação atual da cigarra: magra, passando frio e fome...
As associações contra a pobreza, a Comissão de Direitos Humanos e diversas ONGs fazem manifestações diante da casa da formiga, a população precisa ser contida pela tropa de choque dos besouros, as manifestações são transmitidas ao vivo pela TV. No dia seguinte a casa da formiga aparece toda pichada.
Os jornais publicam artígos nos que questionam como a formiga se tem enriquecido mais do que a cigarra. Se instala uma CPI, a vida da formiga é vasculhada “com lupa”, o público opina mandando torpedos às centrais telefônicas (só 35 centavos o minuto! – milhões ligam mas ninguém se pergunta em que bolsos esse dinheiro todo irá parar) opinam também nos sites on line, através de uma engenhosa pergunta onde têm que escolher se são “a favor da igualdade ou da discriminação (entendendo discriminação como “a egoísta e insensível” formiga)”
Respondendo às enquetes de opinião, o congresso se pronuncia favorável a uma Lei sobre a igualdade econômica e uma Lei Anti-discriminação – aplicável somente às camadas populares da sociedade (é claro!).O Ministério da Receita Federal devassa a declaração de impostos da formiga, e lhe aplica uma altíssima multa porque no se fez cargo da cigarra durante o inverno.
A formiga decepcionada, faz as suas malas e se muda a outro país, onde sabe que poderá desfrutar livremente dos frutos do seu trabalho... onde não será julgada nem castigada por ter seus esforços bem sucedidos.
A antiga casa da formiga se transforma num albergue social para cigarras.
O tempo passa e as cigarras, irresponsavelmente se reproduzem e esperam que o serviço social chegue com os donativos de alimentos e os recursos para “sobreviver dignamente”.
O governo começa a ser criticado por não disponibilizar os meios necessários “para os mais necessitados”. Os partidos propõem uma “comissão de investigação pluripartidária”, que custará “só” para início: 10 milhões de dólares!!!
Entretanto a cigarra morre devido a uma overdose, no quarto que, tempo atrás, havia pertencido à formiga. O local, outrora limpo e arejado, está irreconhecível pelo lixo acumulado (caixas de comida e latas de cerveja).
Os meios de comunicação comentam o fracasso do governo para corrigir as desigualdades sociais e a injustiça econômica..
A casa termina ocupada por um bando de aranhas imigrantes.
QUALQUIER SEMELHANÇA COM ALGUMA REALIDADE EM NOSSO PAÍS, É DESDE JÁ. . . a pura e crua verdade...
COMENTARIOS:Haverá quem se identifique com a formiga e outros com a cigarra... Mas o certo é que enquanto se apóie e divulgue um sistema que dê abrigo a cigarras folgadas, e se sustente com dinheiro público aos espertalhões líderes de “movimento dos sem....” (preencha como desejar), espertalhões esses que se dedicam a atravancar o desenvolvimento natural dos que obtêm o sucesso com seu próprio esforço...continuaremos sendo o país “do futuro” (das cigarras – não das formigas!!!)
VERSÃO CLÁSSICA
- A formiga trabalha de sol a sol durante todo o verão sob um calor escaldante.- Constrói a sua casa e se aprovisiona de víveres para o inverno.- A cigarra pensa que a formiga é tonta e passa o verão rindo, dançando e brincando.- Quando chega o inverno, a formiga se refugia em sua casinha onde tem todo o que lhe faz falta até a primavera. - A cigarra, tremendo, sem comida e sem abrigo, morre de frio.
George De La Fontaine – fabulista francês
Moral da história: "quem não trabalha não come"
(compare com "Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto,
que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também" II Tessalonicenses 3:10)
VERSÃO MODERNA ("politicamente correta")
- A formiga trabalha de sol a sol durante todo o verão sob um calor escaldante.
- Constrói a sua casa e se aprovisiona de víveres para o inverno.- A cigarra pensa que a formiga é tonta e passa o verão rindo, dançando e brincando.
- Quando chega o inverno, a formiga se refugia em sua casinha onde tem todo o que lhe faz falta até a primavera.- A cigarra, tremendo, sem comida e sem abrigo, decide organizar uma coletiva de imprensa na qual questiona por que a formiga tem o direito a casa e comida, quando há outros, com menos sorte que ela, que passam frio e fome.
A televisão organiza um programa ao vivo no qual a cigarra aparece passando frio, em cenas realmente chocantes, e ao mesmo tempo mostra-se trechos de um vídeo feito por um vizinho da formiga (que não quis se identificar) desfrutando do calorzinho na sua casa e a sua mesa com fartura de comida.
Todo mundo se surpreende de que num país próspero como o deles deixem sofrer à pobre cigarra enquanto outros “vivem na abundância”. Os vários canais de televisão exploram ao máximo a situação, durante o dia inteiro se mostram trechos da vida da cigarra, desde os seus momentos de alegria e felicidade contagiantes (contrapostos a trechos da vida da formiga em que aparece mal-humorada pelo trabalho excessivo)...o povo já canta pelas ruas a toadinha da cigarra, o melô da cigarra, o funk da cigarra...e todo mundo chora ao ver trechos da situação atual da cigarra: magra, passando frio e fome...
As associações contra a pobreza, a Comissão de Direitos Humanos e diversas ONGs fazem manifestações diante da casa da formiga, a população precisa ser contida pela tropa de choque dos besouros, as manifestações são transmitidas ao vivo pela TV. No dia seguinte a casa da formiga aparece toda pichada.
Os jornais publicam artígos nos que questionam como a formiga se tem enriquecido mais do que a cigarra. Se instala uma CPI, a vida da formiga é vasculhada “com lupa”, o público opina mandando torpedos às centrais telefônicas (só 35 centavos o minuto! – milhões ligam mas ninguém se pergunta em que bolsos esse dinheiro todo irá parar) opinam também nos sites on line, através de uma engenhosa pergunta onde têm que escolher se são “a favor da igualdade ou da discriminação (entendendo discriminação como “a egoísta e insensível” formiga)”
Respondendo às enquetes de opinião, o congresso se pronuncia favorável a uma Lei sobre a igualdade econômica e uma Lei Anti-discriminação – aplicável somente às camadas populares da sociedade (é claro!).O Ministério da Receita Federal devassa a declaração de impostos da formiga, e lhe aplica uma altíssima multa porque no se fez cargo da cigarra durante o inverno.
A formiga decepcionada, faz as suas malas e se muda a outro país, onde sabe que poderá desfrutar livremente dos frutos do seu trabalho... onde não será julgada nem castigada por ter seus esforços bem sucedidos.
A antiga casa da formiga se transforma num albergue social para cigarras.
O tempo passa e as cigarras, irresponsavelmente se reproduzem e esperam que o serviço social chegue com os donativos de alimentos e os recursos para “sobreviver dignamente”.
O governo começa a ser criticado por não disponibilizar os meios necessários “para os mais necessitados”. Os partidos propõem uma “comissão de investigação pluripartidária”, que custará “só” para início: 10 milhões de dólares!!!
Entretanto a cigarra morre devido a uma overdose, no quarto que, tempo atrás, havia pertencido à formiga. O local, outrora limpo e arejado, está irreconhecível pelo lixo acumulado (caixas de comida e latas de cerveja).
Os meios de comunicação comentam o fracasso do governo para corrigir as desigualdades sociais e a injustiça econômica..
A casa termina ocupada por um bando de aranhas imigrantes.
QUALQUIER SEMELHANÇA COM ALGUMA REALIDADE EM NOSSO PAÍS, É DESDE JÁ. . . a pura e crua verdade...
COMENTARIOS:Haverá quem se identifique com a formiga e outros com a cigarra... Mas o certo é que enquanto se apóie e divulgue um sistema que dê abrigo a cigarras folgadas, e se sustente com dinheiro público aos espertalhões líderes de “movimento dos sem....” (preencha como desejar), espertalhões esses que se dedicam a atravancar o desenvolvimento natural dos que obtêm o sucesso com seu próprio esforço...continuaremos sendo o país “do futuro” (das cigarras – não das formigas!!!)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
ONDE ESTÃO OS MORTOS? (3)
Na Segunda Epístola aos Coríntios, o apóstolo Paulo faz diversos comentários que nos dão uma compreensão sobre a transição entre esta vida e a próxima:
"Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu; se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus. Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito. Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor (Porque andamos por fé, e não por vista). Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor." [2 Coríntios 5:1-8].
Referindo-se ao nosso corpo como um "tabernáculo", ou habitação temporária, Paulo deixa claro que os cristãos têm "uma casa não feita por mãos" que nos espera no Paraíso. Mas enquanto estamos em nossos corpos mortais, temos conosco o Espírito Santo como uma garantia, ou "penhor" de Deus [2 Coríntios 1:22 e 5:5] que sua promessa de um corpo eterno será cumprida. Em seguida, no versículo 8, Paulo expressa seu desejo de "deixar este corpo, para habitar com o Senhor". Ele já era um homem velho naquele tempo, extremamente cansado de suas tarefas de apóstolo, e expressa ansiosamente o desejo de deixar seu tabernáculo — seu corpo mortal — para trás para que possa finalmente estar perante o Senhor em seu "corpo celestial" (verso 2). No entanto, a partir de outro comentário de Paulo em 2 Coríntios 15, parece que o corpo celestial, ou glorificado, não será uma realidade para os cristãos antes do toque da "última trombeta" (versículo 52) — o arrebatamento da igreja. Portanto, muitos teólogos acreditam que as almas/espíritos dos cristãos que já morreram estão com Deus em algum tipo de estado intermediário até que o arrebatamento os reúna com os corpos ressuscitados e glorificados.
Deve ficar claro, porém, que a "morte" para os crentes é somente uma mudança instantânea de endereço na qual mudamos de uma realidade para outra infinitamente mais importante e de maior duração. Sob circunstâncias normais (o arrebatamento será uma exceção) o corpo é deixado para trás, como uma casa quando os moradores mudam de endereço.
Mas, louvado seja o Senhor, em um dia próximo ele virá para sua igreja e todos aqueles que deixaram suas casas para trás as receberão de volta — mas completamente novas e em versões perfeitas! Os crentes que estiverem vivos naquele tempo irão apenas mudar de endereço e receberão um corpo glorificado.
Portanto, os comentários do Senhor acerca do homem rico e Lázaro, mais os ensinos do apóstolo Paulo, nos levam a acreditar que a morte é somente a separação entre corpo e a alma/espírito. Uma transição instantânea ocorre na qual nossa essência imortal passa da presente realidade de ser prisioneira do tempo para o reino da eternidade — cada qual para seu próprio destino conforme determinado pela mente infinita do próprio Deus. Essa verdade encontra-se expressa a seguir:
"Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; o qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção; Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade; tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que faz o mal; primeiramente do judeu e também do grego." [Romanos 2:5-9].
Para qual destino você está caminhando?
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p202.asp
"Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu; se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus. Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito. Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor (Porque andamos por fé, e não por vista). Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor." [2 Coríntios 5:1-8].
Referindo-se ao nosso corpo como um "tabernáculo", ou habitação temporária, Paulo deixa claro que os cristãos têm "uma casa não feita por mãos" que nos espera no Paraíso. Mas enquanto estamos em nossos corpos mortais, temos conosco o Espírito Santo como uma garantia, ou "penhor" de Deus [2 Coríntios 1:22 e 5:5] que sua promessa de um corpo eterno será cumprida. Em seguida, no versículo 8, Paulo expressa seu desejo de "deixar este corpo, para habitar com o Senhor". Ele já era um homem velho naquele tempo, extremamente cansado de suas tarefas de apóstolo, e expressa ansiosamente o desejo de deixar seu tabernáculo — seu corpo mortal — para trás para que possa finalmente estar perante o Senhor em seu "corpo celestial" (verso 2). No entanto, a partir de outro comentário de Paulo em 2 Coríntios 15, parece que o corpo celestial, ou glorificado, não será uma realidade para os cristãos antes do toque da "última trombeta" (versículo 52) — o arrebatamento da igreja. Portanto, muitos teólogos acreditam que as almas/espíritos dos cristãos que já morreram estão com Deus em algum tipo de estado intermediário até que o arrebatamento os reúna com os corpos ressuscitados e glorificados.
Deve ficar claro, porém, que a "morte" para os crentes é somente uma mudança instantânea de endereço na qual mudamos de uma realidade para outra infinitamente mais importante e de maior duração. Sob circunstâncias normais (o arrebatamento será uma exceção) o corpo é deixado para trás, como uma casa quando os moradores mudam de endereço.
Mas, louvado seja o Senhor, em um dia próximo ele virá para sua igreja e todos aqueles que deixaram suas casas para trás as receberão de volta — mas completamente novas e em versões perfeitas! Os crentes que estiverem vivos naquele tempo irão apenas mudar de endereço e receberão um corpo glorificado.
Portanto, os comentários do Senhor acerca do homem rico e Lázaro, mais os ensinos do apóstolo Paulo, nos levam a acreditar que a morte é somente a separação entre corpo e a alma/espírito. Uma transição instantânea ocorre na qual nossa essência imortal passa da presente realidade de ser prisioneira do tempo para o reino da eternidade — cada qual para seu próprio destino conforme determinado pela mente infinita do próprio Deus. Essa verdade encontra-se expressa a seguir:
"Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; o qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção; Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade; tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que faz o mal; primeiramente do judeu e também do grego." [Romanos 2:5-9].
Para qual destino você está caminhando?
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p202.asp
ONDE ESTÃO OS MORTOS? (2)
Mas o ensino definitivo no que diz respeito ao destino daqueles que rejeitam Cristo como Senhor e Salvador encontra-se nas próprias palavras do Senhor em Lucas 16:
"Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite." [Lucas 16:19-31].
No versículo 23 vemos que o homem rico foi para o "inferno" (Hades) — o lugar dos mortos. No contexto desses versos, Lázaro está no mesmo plano que o homem rico, visto que eles podiam se ver. Entretanto, as situações deles eram totalmente diferentes. O homem rico não identificado está em "tormentos" (plural) e "na chama" (verso 24), enquanto se diz que Lázaro estava "no seio de Abraão" e sendo confortado (verso 25). Entre esses dois lugares obviamente diferentes havia um "grande abismo" ou precipício, o que impossibilitava alguém ir de um lugar para o outro. Devido a esse ensino, muitos teólogos teorizaram que durante a época do Antigo Testamento (antes do sacrifício de Cristo na cruz), o lugar dos mortos era formado por dois "compartimentos" — o lugar de tormentos, e o Paraíso — o lar dos redimidos. Lembre-se do que disse Jesus ao ladrão na cruz, "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" [Lucas 23:43]. Então, quando o Senhor ressuscitou, "Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens" [Efésios 4:8], levando muitos a acreditarem que ele esvaziou o Paraíso dos fiéis eleitos levando-os ao céu — a morada de Deus. Mas em qualquer caso, deve estar claro que o Senhor disse que todos que morrem irão para um dos dois lugares — "céu ou inferno" como os termos se tornaram conhecidos.
No entanto, referir-se aos redimidos como "mortos" não é terminologia apropriada, de acordo com que o Senhor disse aos saduceus na seguinte passagem:
"Então os saduceus, que dizem que não há ressurreição, aproximaram-se dele, e perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de alguém, e deixasse a mulher e não deixasse filhos, seu irmão tomasse a mulher dele, e suscitasse descendência a seu irmão. Ora, havia sete irmãos, e o primeiro tomou a mulher, e morreu sem deixar descendência; E o segundo também a tomou e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro da mesma maneira. E tomaram-na os sete, sem, contudo, terem deixado descendência. Finalmente, depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, pois, quando ressuscitarem, de qual destes será a mulher? porque os sete a tiveram por mulher. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus. E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é de mortos, mas sim, é Deus de vivos. Por isso vós errais muito." [Marcos 12:18-27].
Os saduceus negavam qualquer possibilidade de uma ressurreição literal dos mortos e tentaram armar uma armadilha para o Senhor usando uma situação ridícula, envolvendo o que foi chamado de "Lei do Levirato" — na Lei Mosaica, que dizia que um irmão solteiro era obrigado a se casar com a viúva de seu irmão mais velho a fim de perpetuar a linhagem familiar do seu irmão. Então, depois de os sete irmãos terem se casado com a mesma mulher, os saduceus queriam saber de quem ela seria mulher na ressurreição. O Senhor acabou com a alegria deles, afirmando que a ressurreição muda tudo! Os santos em corpos glorificados não reterão as diferenças humanas e suas relações de suas antigas vidas (homem, mulher, casado, solteiro, etc.). Mas a frase sublinhada acima imediatamente chama nossa atenção pelas suas tremendas implicações! O Senhor refutou a crença dos saduceus de que não haveria ressurreição dos mortos citando Êxodo 3:6 e informando que quando Deus falou com Moisés a partir da sarça ardente, disse "Eu sou o Deus de Abraão, Isaque, e Jacó" — e não "Eu fui" o Deus deles!!! Em outras palavras, as almas/espíritos deles ainda estão bastante vivos na presença de Deus. Vemos uma demonstração disso em Mateus 17:3 quando Moisés e Elias apareceram no monte da transfiguração conversando com o Senhor enquanto Pedro, Tiago e João olhavam admirados. Seus corpos mortais já tinham perecido há tempos, mas eles tinham a habilidade de se materializar na forma física.
"Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite." [Lucas 16:19-31].
No versículo 23 vemos que o homem rico foi para o "inferno" (Hades) — o lugar dos mortos. No contexto desses versos, Lázaro está no mesmo plano que o homem rico, visto que eles podiam se ver. Entretanto, as situações deles eram totalmente diferentes. O homem rico não identificado está em "tormentos" (plural) e "na chama" (verso 24), enquanto se diz que Lázaro estava "no seio de Abraão" e sendo confortado (verso 25). Entre esses dois lugares obviamente diferentes havia um "grande abismo" ou precipício, o que impossibilitava alguém ir de um lugar para o outro. Devido a esse ensino, muitos teólogos teorizaram que durante a época do Antigo Testamento (antes do sacrifício de Cristo na cruz), o lugar dos mortos era formado por dois "compartimentos" — o lugar de tormentos, e o Paraíso — o lar dos redimidos. Lembre-se do que disse Jesus ao ladrão na cruz, "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" [Lucas 23:43]. Então, quando o Senhor ressuscitou, "Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens" [Efésios 4:8], levando muitos a acreditarem que ele esvaziou o Paraíso dos fiéis eleitos levando-os ao céu — a morada de Deus. Mas em qualquer caso, deve estar claro que o Senhor disse que todos que morrem irão para um dos dois lugares — "céu ou inferno" como os termos se tornaram conhecidos.
No entanto, referir-se aos redimidos como "mortos" não é terminologia apropriada, de acordo com que o Senhor disse aos saduceus na seguinte passagem:
"Então os saduceus, que dizem que não há ressurreição, aproximaram-se dele, e perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de alguém, e deixasse a mulher e não deixasse filhos, seu irmão tomasse a mulher dele, e suscitasse descendência a seu irmão. Ora, havia sete irmãos, e o primeiro tomou a mulher, e morreu sem deixar descendência; E o segundo também a tomou e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro da mesma maneira. E tomaram-na os sete, sem, contudo, terem deixado descendência. Finalmente, depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, pois, quando ressuscitarem, de qual destes será a mulher? porque os sete a tiveram por mulher. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus. E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é de mortos, mas sim, é Deus de vivos. Por isso vós errais muito." [Marcos 12:18-27].
Os saduceus negavam qualquer possibilidade de uma ressurreição literal dos mortos e tentaram armar uma armadilha para o Senhor usando uma situação ridícula, envolvendo o que foi chamado de "Lei do Levirato" — na Lei Mosaica, que dizia que um irmão solteiro era obrigado a se casar com a viúva de seu irmão mais velho a fim de perpetuar a linhagem familiar do seu irmão. Então, depois de os sete irmãos terem se casado com a mesma mulher, os saduceus queriam saber de quem ela seria mulher na ressurreição. O Senhor acabou com a alegria deles, afirmando que a ressurreição muda tudo! Os santos em corpos glorificados não reterão as diferenças humanas e suas relações de suas antigas vidas (homem, mulher, casado, solteiro, etc.). Mas a frase sublinhada acima imediatamente chama nossa atenção pelas suas tremendas implicações! O Senhor refutou a crença dos saduceus de que não haveria ressurreição dos mortos citando Êxodo 3:6 e informando que quando Deus falou com Moisés a partir da sarça ardente, disse "Eu sou o Deus de Abraão, Isaque, e Jacó" — e não "Eu fui" o Deus deles!!! Em outras palavras, as almas/espíritos deles ainda estão bastante vivos na presença de Deus. Vemos uma demonstração disso em Mateus 17:3 quando Moisés e Elias apareceram no monte da transfiguração conversando com o Senhor enquanto Pedro, Tiago e João olhavam admirados. Seus corpos mortais já tinham perecido há tempos, mas eles tinham a habilidade de se materializar na forma física.
Onde Estão os Mortos? (1)
O que acontece com a alma quando uma pessoa morre? O que diz a Bíblia?
Certamente aqueles que passarem certo tempo refletindo sobre a vida chegarão à conclusão que existe muito mais sobre o homem do que a realidade física e material. A experiência mostra que existe um ser totalmente único e abstrato associado com cada indivíduo e que se expressa por meio da capacidade de pensar e raciocinar. Sendo assim, o "verdadeiro eu" é uma pessoa imaterial — aquela personalidade — que utiliza impulsos elétricos no cérebro e é uma entidade distinta do próprio corpo. É pelo reconhecimento desse fato que a ciência médica geralmente define a vida como um estado de existir atividade cerebral.
Essa força misteriosa que chamamos de "vida" é algo que o homem não pode duplicar. Cada ser vivo a tem — cada folha de grama, cada inseto, cada animal — e podemos apenas observar sua duração e notar sua partida inevitável. Mas de onde ela se origina e para onde vai? É evidente que a vida gera a vida, em um ciclo aparentemente infindável e que termina de forma abrupta no que chamamos "morte". Mas é esta curta existência tudo o que existe? A Bíblia nos diz que existe muito mais envolvido do que aquilo que pode ser obtido por meio da observação científica.
No livro do Gênesis, encontramos o seguinte enunciado sobre a origem do homem:
"E o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente." [Gênesis 2:7].
A seguir, no livro dos Salmos, o rei Davi falou sobre o papel de Deus em sua própria criação:
"Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra." [Salmos 139:14-15].
Então, a vida humana que conhecemos começou com a criação de Adão por Deus — na qual a própria força da vida foi dada e passada para nós por meio de uma interminável seqüência de procriação. As plantas e os animais também receberam a vida, mas não foram dotados com as faculdades humanas da razão e da consciência. (É verdade que alguns animais mostram uma habilidade rudimentar de raciocínio, mas estão ainda muito longe de uma simples criança.) Essa capacidade de pensar e de se comunicar diferencia os seres humanos dos animais e estabelece para cada um de nós uma personalidade distinta. A teologia vai então além e define o homem como um ser dual, constituído por corpo e espírito — material e imaterial. A diferença entre alma e espírito (termos constantemente usados como sinônimos) é que a "alma" pode se referir tanto aos aspectos materiais como imateriais, enquanto "espírito" é estritamente imaterial — não inclui o corpo.
Nossos pensamentos, raciocínio e ações revelam quem realmente somos. A Bíblia refere-se a isso tudo como sendo nosso "coração" — nosso ser interior, nossa "alma" — a essência imaterial do próprio ser que existirá para sempre à vista de Deus que nos criou. Assim, quando ele retira a força vital na "morte", o corpo pára de funcionar e retorna para o pó, de onde foi formado, mas, de acordo com a Palavra de Deus, nossa imperecível alma/espírito continua viva! Onde ela passará a eternidade é o ponto de nossa discussão.Como em todo caso nas Escrituras, devemos juntar tudo que elas têm a dizer antes de chegarmos a uma conclusão. O Antigo Testamento diz que os mortos vão para o sheowl — ou "seol", — termo hebraico para sepultura, ou o lugar dos mortos. No Novo Testamento, a palavra grega equivalente é haides, ou "Hades". (Na maioria das vezes, a tradução de João Ferreira de Almeida traduz ambos os termos com "inferno").
Certamente aqueles que passarem certo tempo refletindo sobre a vida chegarão à conclusão que existe muito mais sobre o homem do que a realidade física e material. A experiência mostra que existe um ser totalmente único e abstrato associado com cada indivíduo e que se expressa por meio da capacidade de pensar e raciocinar. Sendo assim, o "verdadeiro eu" é uma pessoa imaterial — aquela personalidade — que utiliza impulsos elétricos no cérebro e é uma entidade distinta do próprio corpo. É pelo reconhecimento desse fato que a ciência médica geralmente define a vida como um estado de existir atividade cerebral.
Essa força misteriosa que chamamos de "vida" é algo que o homem não pode duplicar. Cada ser vivo a tem — cada folha de grama, cada inseto, cada animal — e podemos apenas observar sua duração e notar sua partida inevitável. Mas de onde ela se origina e para onde vai? É evidente que a vida gera a vida, em um ciclo aparentemente infindável e que termina de forma abrupta no que chamamos "morte". Mas é esta curta existência tudo o que existe? A Bíblia nos diz que existe muito mais envolvido do que aquilo que pode ser obtido por meio da observação científica.
No livro do Gênesis, encontramos o seguinte enunciado sobre a origem do homem:
"E o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente." [Gênesis 2:7].
A seguir, no livro dos Salmos, o rei Davi falou sobre o papel de Deus em sua própria criação:
"Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra." [Salmos 139:14-15].
Então, a vida humana que conhecemos começou com a criação de Adão por Deus — na qual a própria força da vida foi dada e passada para nós por meio de uma interminável seqüência de procriação. As plantas e os animais também receberam a vida, mas não foram dotados com as faculdades humanas da razão e da consciência. (É verdade que alguns animais mostram uma habilidade rudimentar de raciocínio, mas estão ainda muito longe de uma simples criança.) Essa capacidade de pensar e de se comunicar diferencia os seres humanos dos animais e estabelece para cada um de nós uma personalidade distinta. A teologia vai então além e define o homem como um ser dual, constituído por corpo e espírito — material e imaterial. A diferença entre alma e espírito (termos constantemente usados como sinônimos) é que a "alma" pode se referir tanto aos aspectos materiais como imateriais, enquanto "espírito" é estritamente imaterial — não inclui o corpo.
Nossos pensamentos, raciocínio e ações revelam quem realmente somos. A Bíblia refere-se a isso tudo como sendo nosso "coração" — nosso ser interior, nossa "alma" — a essência imaterial do próprio ser que existirá para sempre à vista de Deus que nos criou. Assim, quando ele retira a força vital na "morte", o corpo pára de funcionar e retorna para o pó, de onde foi formado, mas, de acordo com a Palavra de Deus, nossa imperecível alma/espírito continua viva! Onde ela passará a eternidade é o ponto de nossa discussão.Como em todo caso nas Escrituras, devemos juntar tudo que elas têm a dizer antes de chegarmos a uma conclusão. O Antigo Testamento diz que os mortos vão para o sheowl — ou "seol", — termo hebraico para sepultura, ou o lugar dos mortos. No Novo Testamento, a palavra grega equivalente é haides, ou "Hades". (Na maioria das vezes, a tradução de João Ferreira de Almeida traduz ambos os termos com "inferno").
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